Geralhá 6 meses. Fonte: Da redação

Jovem é baleada, arrastada pelos cabelos e agredida com tapas por ex-namorado traficante e comparsas

Creditos da foto:divulgação/PC-RJ
Jovem é baleada, arrastada pelos cabelos e agredida com tapas por ex-namorado traficante e comparsas

Uma jovem de 23 anos foi baleada, humilhada e agredida em uma tentativa de feminicídio no último sábado (17/10) em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil, a vítima estava indo para um baile funk quando foi cercada pelo ex-namorado, que seria traficante da região, e comparsas.

As investigações apontam que a mulher foi cercada pelo ex e mais dois amigos quando chegava ao evento. Ela tentou fugir, mas foi perseguida pelo grupo, que atirou várias vezes em sua direção, atingido sua perna. Depois, o trio arrastou a mulher pelos cabelos e agrediu-a com diversos tapas. As informações são do jornal Extra.

Messmo com os diversos ferimentos, ela conseguiu descer o morro da Coca Cola e ir a um centro de saúde, onde recebeu atendimento médico. Depois, a vítima foi até à delegacia fazer um registro de ocorrência.

O suspeito de mandar e executar o crime é Elizeu Silveira dos Santos, conhecido como Zeu, apontado como chefe do tráfico de drogas no morro. Os outros dois suspeitos foram identificados como Wagner Thomaz dos Santos, conhecido como Magrão, que é gerente do tráfico no local, e Peterson de Paula Sales Gomes, vulgo Índio. O grupo tem passagens por homicídios, lesão corporal, tráfico de drogas, associação para o tráfico e porte ilegal de arma de fogo. 

Todos os três estavam detidos e saíram da cadeia em 2020. A delegada de Arraial do Cabo, Patrícia Aguiar, pediu à Justiça a prisão temporária dos suspeitos.

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Participam desta matéria a jornalista e ativista em direitos humanos Claudia Werneck (@gigidograjau) (@escoladegente), a administradora baiana Rayane Brasil (@rayane_brba), a blogueira carioca Lelê Martins (@blogueirapcd) e a gestora social da APAE Salvador (@apaesalvador), Márcia Rocha. A elas, o nosso muito obrigada.

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O termo pode soar estranho ou ser desconhecido do grande público, até por ser relativamente novo, porém, nada mais é que o preconceito contra essa grande minoria. Sim, porque segundo dados de 2018 da Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo vivem com algum tipo de deficiência.

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