Praias de Salvador têm 20 pontos impróprios para banho neste fim de semana; veja lista
As praias de Salvador têm 20 trechos classificados como impróprios para banho no novo boletim do Inema; confira quais locais devem ser evitados
Por Liven Paula.
Quem pretende aproveitar o fim de semana para curtir o mar deve ficar atento às condições da água. As praias em Salvador têm 20 pontos classificados como impróprios para banho, segundo o novo Boletim de Balneabilidade divulgado pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) nesta sexta-feira (11).

Entre os locais que aparecem na lista estão praias bastante conhecidas da capital baiana, como Porto da Barra, Farol da Barra, Rio Vermelho, Armação, Boca do Rio, Piatã, Itapuã e São Tomé de Paripe.
Veja quais praias de Salvador devem ser evitadas
O boletim aponta como impróprios os seguintes pontos:
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São Tomé de Paripe;
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Tubarão;
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Periperi;
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Penha;
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Bogari;
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Bonfim;
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Pedra Furada;
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Boa Viagem;
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Roma;
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Cantagalo;
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Porto da Barra;
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Santa Maria;
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Farol da Barra, em dois trechos;
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Rio Vermelho, próximo ao Morro da Paciência;
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Armação;
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Boca do Rio;
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Corsário;
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Piatã;
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Placaford;
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Itapuã, em dois trechos.
Nem todos os pontos monitorados na capital estão com restrição. Entre os locais considerados próprios estão Contorno, Ondina, Rio Vermelho, próximo à Casa de Iemanjá e à Igreja de Santana, Buracão, Amaralina, Pituba, Patamares, Farol de Itapuã, Stella Maris e Praia do Flamengo.
Alguns desses locais possuem mais de um trecho avaliado pelo Inema.
Bahia tem 97 pontos próprios para banho
Em todo o litoral baiano, o Inema analisou 147 pontos, dos quais 97 foram classificados como próprios para banho, o equivalente a 66% do total.
O monitoramento inclui Salvador, a Baía de Todos-os-Santos e diferentes regiões do litoral do estado, como as costas dos Coqueiros, Dendê, Cacau, Descobrimento e Baleias.
A classificação é feita a partir de critérios estabelecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que considera, entre outros parâmetros, a presença de Escherichia coli (E. coli) na água.

O Inema recomenda evitar o banho de mar em locais classificados como impróprios e também orienta atenção durante períodos de chuva. A água pode receber resíduos carregados pelas galerias pluviais.
O órgão também orienta os banhistas a não entrarem no mar em áreas próximas a saídas de esgoto, canais de drenagem, córregos e desembocaduras de rios urbanos, além de evitar locais onde sejam observadas manchas ou alterações suspeitas na água.
Barraqueiros e ambulantes nas praias de Salvador viram alvo de audiência do MP-BA
A atuação de barraqueiros e ambulantes nas praias de Salvador será tema de uma audiência pública promovida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). O encontro vai discutir a organização dos serviços prestados pelos comerciantes aos consumidores e os problemas relacionados ao uso da faixa de areia na capital baiana.

Segundo o anúncio da medida, acessado pelo Aratu On nesta quinta-feira (6), a audiência pública terá como objetivo reunir diferentes setores envolvidos na situação, incluindo os permissionários (barraqueiros), consumidores, órgãos públicos e representantes do Município de Salvador.
O debate também vai abordar possíveis práticas abusivas cometidas por alguns comerciantes, além de buscar soluções para questões relacionadas à ocupação irregular das praias soteropolitanas.
De acordo com o MP-BA, a iniciativa pretende coletar informações dos envolvidos para compreender a realidade das praias da cidade e avaliar possíveis medidas para melhorar a organização dos serviços oferecidos aos frequentadores.
Discussão ocorre após anúncio da Prefeitura sobre ambulantes no Porto da Barra
A audiência do MP-BA ocorre após a Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), anunciar a intenção de limitar o número de ambulantes na praia do Porto da Barra durante o verão 2025-2026. A medida foi justificada pelo aumento da quantidade de comerciantes atuando nas praias da capital baiana, o que, segundo a gestão municipal, exige uma reorganização dos espaços.
Entre as possibilidades avaliadas estão restrições no número de cadeiras e a organização dos chamados “kits” utilizados pelos ambulantes e comerciantes que atuam nas praias.
A ideia da pasta municipal é intensificar a fiscalização e o ordenamento durante o período de maior movimento do verão. A Semop ainda informou que não vem autorizando a entrada de novos comerciantes na área, por causa da limitação do espaço físico, e que vai monitorar o funcionamento da categoria na região da Barra.
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