Após Urach, produtor de conteúdo diz que já gravou vídeo com o pai: 'Primeiros'
Após Andressa Urach anunciar vídeo com o filho, produtor de conteúdo adulto diz que gravou com o pai em junho de 2025
Por Da redação.
Após a repercussão do anúncio feito por Andressa Urach sobre a gravação de um vídeo com o próprio filho, o ator pornô e/ou produtor de conteúdo adulto conhecido como Carmona veio a público para reivindicar o pioneirismo desse tipo de produção no Brasil. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele afirmou que a iniciativa teria ocorrido anteriormente, em junho de 2025.

Segundo Carmona, ele e o pai teriam sido os primeiros a gravar conteúdo adulto juntos no país. “A gente foi o primeiro do Brasil a gravar pai e filho verdadeiros. A gente tem documento e foto de criança pra comprovar isso [a parentalidade]”, afirmou.
O produtor declarou ainda que as gravações teriam começado no meio do ano passado e que existiriam testemunhas do vínculo familiar. “Desde junho do ano passado a gente já tava gravando já. Gravamos, inclusive, com o pai de Andressa Urach. Victor Ferraz é testemunha”, disse.
Ao final do vídeo, Carmona criticou a repercussão recente do tema. “Antes de falar, se informa”, afirmou.
Na rede social X (antigo Twitter), algumas pessoas criticaram o posicionamento de Carmona e do pai. "A tampa do bueiro foi aberta", disse uma, ao que outra escreveu: "Ele falando como se fosse algo para se orgulhar".

Incesto é crime no Brasil?
Incesto é o termo usado para descrever relações sexuais ou afetivo-sexuais entre pessoas que possuem parentesco próximo, geralmente dentro da mesma família. De forma mais objetiva, envolve relações entre parentes como:
pai ou mãe e filho(a);
avós e netos(as);
irmãos ou irmãs;
tios(as) e sobrinhos(as), dependendo da definição adotada.
No Brasil, o incesto, por si só, não é tipificado como crime no Código Penal quando envolve pessoas maiores de 18 anos e capazes, desde que haja consentimento e ausência de violência, ameaça ou coação.
No entanto, a legislação prevê crimes relacionados quando há vulnerabilidade, abuso ou exploração. Relações sexuais envolvendo menores de idade, mesmo com consentimento, configuram crime, assim como estupro, estupro de vulnerável, exploração sexual e produção ou divulgação de pornografia infantil.
Além disso, especialistas apontam que, mesmo quando não há tipificação penal direta, situações desse tipo podem gerar questionamentos cíveis, éticos e sociais, especialmente quando envolvem exposição pública e monetização de conteúdo.
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