A história da mulher que ficou 40 anos em trabalho análogo à escravidão na Bahia
Além de não ter direito ao salário, benefícios recebidos pela trabalhadora foram apropriados pela patroa.
Por Da Redação.
Além de não ter direito ao salário, benefícios recebidos pela trabalhadora foram apropriados pela patroa.
Por Da Redação.
Importante: Os comentários são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião do Aratu On.
Nós utilizamos cookies para aprimorar e personalizar a sua experiência em nosso site. Ao continuar navegando, você concorda em contribuir para os dados estatísticos de melhoria. Conheça nossa Política de Privacidade e consulte nossa Política de Cookies.