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28/06/2019 22h51 | Atualizado em 28/06/2019 22h51

Fake news: Ufba desmente construção de estufa para cultivar drogas

Fake news: Ufba desmente construção de estufa para cultivar drogas

Fake news: Ufba desmente construção de estufa para cultivar drogas Foto: Ilustrativa/Pexels
Da Redação

É falsa a informação – que tem circulado no WhatsApp – de que a Universidade Federal da Bahia (Ufba) iniciou a construção de uma “estufa agrícola no Campus de Ondina pensada especialmente para a plantação das espécies Cannabis sativa (a maconha) e a Erythroxylum coca (planta base para a criação da cocaína)?.

De acordo com a “fake news”, “o objetivo da estufa é a criação de um banco de drogas para consumo dos estudantes, sob a justificativa de estudos dos efeitos sociais de entorpecentes?.

Por meio de nota, divulgada nesta sexta-feira (28/6), a Reitoria da Ufba desmentiu a “informação” e disse que ?a Universidade Federal da Bahia alerta a comunidade universitária e a sociedade em geral a que estejam atentas à disseminação de notícias falsas, apócrifas e de conteúdo falacioso e/ou fantasioso, com o objetivo de difamar a instituição e desmobilizar o amplo espectro da população baiana espontaneamente engajado na defesa do sistema federal público de educação superior?.

O texto destacou que os veículos oficiais de informação da instituição são, “unicamente, o site da Universidade (www.ufba.br), o site Edgardigital (www.edgardigital.ufba.br) e as redes sociais nas quais mantém conta (Facebook, Instagram e Twitter)”. A Ufba recomentou, ainda, que “se desconfie e evite a reprodução ou o repasse indiscriminado de conteúdos de qualquer outra origem, sobretudo os que apelem a rudimentos de retórica jornalística ? como tom de denúncia ou declarações forjadas entre aspas, atribuídas a autoridades, entidades ou membros da comunidade acadêmica ? à guisa de verossimilhança?.

A “fake news” contém falas falsas atribuídas ao reitor João Carlos Salles, além de inventar um nome de uma suposta “Pró Reitoria de Diversidade e Acolhimento das Minorias (ProDiva-Ufba)”, que não existe na estrutura da instituição federal.

Por fim, a universidade declarou que “a persistir a produção e disseminação de notícias falsas, a Ufba não medirá esforços para identificar e responsabilizar seu (s) autor (es) ? a quem, de antemão, exorta a que empregue sua inteligência e criatividade em causas mais nobres, como a luta supraideológica em defesa de uma instituição que, em 73 anos de existência, notabiliza-se por ser a principal formadora de profissionais e pesquisadores do estado, e uma das mais respeitadas do País”.

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Fonte: Da redação