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18/03/2017 12h53 | Atualizado em 19/03/2017 12h53

ÔNIBUS QUEBRADO: 19 estudantes da Ufba ficam isolados no interior do Tocantins

ÔNIBUS QUEBRADO: 19 estudantes da Ufba ficam isolados no interior do Tocantins

Da Redação

Estudantes do curso de Arquitetura, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Bahia (Fau/Ufba), estão, desde a manhã deste sábado (18/3), presos na rodovia, após o motor do ônibus que os transportava quebrar, próximo a cidade de Natividade, a cerca de três horas de Palmas, capital do Tocantins. Os 19 graduandos tinham viajado para comparecer a um evento acadêmico sobre arquitetura moderna na Amazônia.

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Segundo os estudantes, que têm dificuldade em acessar a Internet e ao sinal de operadoras de celular na região, o plano era que eles voltassem à Salvador na quinta-feira à noite. Eles tinham partido na tarde do último sábado (11/3). “O ônibus já vinha quebrando muito, então ficamos esperando o conserto”, explicou Léo Bahia, de 30 anos, ao telefone. O conserto, porém, foi apenas provisório e o veículo cedeu novamente neste sábado pela manhã.

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A diretora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Naia Alban, aconselhou os estudantes a esperarem até que a empresa resolvesse a situação. De acordo com Léo, um dos seus colegas está febril e teve de ser socorrido numa Unidade de Pronto Atendimento (Upa), na região. Há o temor de que seja uma “doença amazônica”, como febre amarela. Além disso, a falta de segurança desta parte rural do estado tocantinense é uma preocupação para quem vai ficar várias horas na beira da estrada esperando resgate.

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A empresa que os levava, a Matheus Turismo, afirmou ao Aratu Online que um novo veículo estaria saindo de Salvador e chegaria aonde o grupo se encontra em cerca de 10 a 12 horas. Após a curta entrevista, porém, Seu Jaime, sócio da empresa de transportes, conversou com os estudantes por telefone e resolveu fretar três vans, que irão vir de Palmas, para levá-los à capital baiana o mais rápido possível.

Mesmo assim, Léo Bahia afirma que o grupo entrará com uma ação coletiva contra a empresa.

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Fonte: João Bertonie