Ronaldinho Gaúcho ganha minissérie da Netflix com Neymar e Messi
O brasileiro Ronaldinho Gaúcho vai ganhar uma minissérie da Netflix em abril, com participação de astros como Neymar e Messi
Por Lucas Pereira.
Ronaldinho Gaúcho vai ganhar uma minissérie da Netflix que chegará ao catálogo da plataforma no mês de abril. O registro documental terá três episódios e contará com participações de nomes como Neymar e Messi.

A série, que chega ao ar no dia 16 de abril, acompanha a trajetória do "Bruxo" desde a infância em Porto Alegre até a consagração nos principais palcos do futebol mundial. A produção reúne imagens de arquivo inéditas e acesso a momentos da vida do ex-atacante.
O documentário também conta com depoimentos de nomes importantes do esporte, como Roberto Carlos, Gilberto Silva, Luiz Felipe Scolari, Carles Puyol e Galvão Bueno.
O lançamento faz parte de um projeto da plataforma para explorar diferentes dimensões do futebol brasileiro. Depois da estreia da produção sobre Ronaldinho, a Netflix também prepara outros dois documentários.
O primeiro é Tetra: Acreditar de Novo, com estreia em 7 de maio, que revisita a campanha do Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1994.
Já Várzea: Onde Nasce o Futebol, previsto para 8 de junho, aborda o universo do futebol amador em São Paulo, que revelou jogadores como Cafu e Raphinha.
Ronaldinho, eleito melhor do mundo em 2004 e 2005 reúne dribles marcantes por clubes como Barcelona, Milan e Flamengo, mas também polêmicas e aleatoriedades fora das quatro linhas. No Carnaval de 2025, o "Bloco do Bruxo" desfilou no Circuito Barra/Ondina por dois dias.
Já em 2020, ele e o irmão, Assis, foram presos pela Justiça paraguaia e ficaram detidos por cinco meses por acusação de usar passaportes adulterados.
Os irmãos passaram 32 dias detidos em um quartel da polícia junto com traficantes de drogas e políticos corruptos, antes de pagarem fiança de 1,6 milhão de dólares para terem direito à prisão domiciliar, que foi cumprida em um hotel.
O juiz Gustavo Amarilla concordou na segunda-feira com uma "suspensão condicional" das acusações, efetivamente isentando o jogador de qualquer responsabilidade pelo crime. Mas ordenou que ele pagasse 90 mil dólares, que serão doados a organizações de caridade.

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