Léo Santana celebra 20 anos de carreira com show gratuito em Salvador
Léo Santana se apresenta no Dia da Consciência Negra na Praça Maria Felipa, em Salvador
Conhecido como “Gigante” não apenas pelos seus 2 metros de altura, Léo Santana completa 20 anos de carreira em 2025. Para celebrar a trajetória, o artista fará um show gratuito no Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, na Praça Maria Felipa (antiga Praça Cairu), no Comércio, em Salvador.
Batizado de “DNA de Gigante”, o projeto resgata as raízes do pagodão, ritmo que consolidou Léo Santana como um dos principais nomes da música baiana.

No espetáculo, o GG deve revisitar momentos marcantes da carreira, desde sua chegada ao grupo Parangolé, em 2008, até o fenômeno “Rebolation”, que se tornou o maior hit de 2010 e entrou para o Guinness Book como a música mais tocada do mundo naquele ano.
No repertório, também devem aparecer sucessos como “Negro Lindo”, “Nossa Cor” e “Aqui Só Tem Negão”.
Serviço
Show e gravação do audiovisual “Léo Santana 20 Anos – DNA de Gigante”
Data: 20 de novembro
Horário: A partir das 15h
Local: Praça Maria Felipa (antiga Praça Cairu) – Comércio, Salvador
Trajetória no Baile da Santinha
Antes de subir ao palco do Baile da Santinha, o cantor Léo Santana relembrou momentos marcantes de sua carreira e destacou a importância da música "Santinha" em sua trajetória. Em entrevista ao Aratu On, o Gigante disse que sente muita gratidão.
“A música foi lançada em 2014, logo na minha virada do Parangolé pra carreira solo, mas a 'label' (rótulo/marca) veio em 2016, no primeiro DVD da carreira solo. Sinto muita gratidão, por ser uma música minha e que ainda faz parte do meu repertório. Em todo o Brasil, as pessoas cobram no show”, disse Léo.
Ao refletir sobre sua caminhada, o cantor expressou emoção ao lembrar as conquistas e desafios que enfrentou em 20 anos de carreira. “É um orgulho absurdo. Parabenizar aquele moleque que não desistiu e dizer o quão prazeroso é viver da música, mudar vidas através da minha arte, da minha música e melhorar a vida de muita gente, direta e indiretamente", refletiu o cantor.
Para ele, além da realização pessoal e profissional, ser reconhecido no meio artístico é uma "honra aburda". "Por ser periférico, preto, pagodeiro... tem todo um contexto envolvido", refletiu o GG.

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