Dicas da Saideira: Programa reúne especialistas para falar sobre vinho, a bebida dos deuses

Dicas da Saideira: Programa reúne especialistas para falar sobre vinho, a bebida dos deuses

Por Da redação.

Dicas da Saideira: Programa reúne especialistas para falar sobre vinho, a bebida dos deusesDivulgação Dicas da Saideira

Com a Páscoa chegando e o teor alcoólico subindo na mesa de bar, o Dicas da Saideira da última semana resolveu dividir o espaço da cervejinha de cada dia com a bebida dos deuses: e aí, será que deu para começar a entender as potencialidades de uma boa carta de vinhos?

Quem ajudou as apresentadoras Marcela Souza e Camila Tíssia foram os especialistas Benício Cruz e Antônio Torres, da distribuidora AB Wine, que falaram sobre as principais características da bebida e fizeram indicações aos interessados que estão começando os trabalhos na arte de degustar. ?Um iniciante pode começar experimentando vinhos mais leves, para ter a percepção de um vinho mais encorpado mais para frente e não agredir as papilas gustativas. Pra quem está iniciando, geralmente a gente indica uvas merlot, mais leves, bem aromáticas. E tem a rainha das uvas Carménère, dos vinhos mais leves. Essas são uvas que produzem vinhos tintos. Tem também Chardonnay, que é a rainha das uvas brancas e dá vinhos espetaculares. Hoje está mais fácil estudar sobre vinhos. Com as rede sociais, YouTube, internet, tem muito conteúdo bacana?, explicou Antônio Torres.

Mas, se você ainda não é exatamente um adepto dos vinhos, que tal misturar tudo e partir para uma cerveja de vinho? Será que a mescla agrada aos paladares? Para o Sommelier de Cervejas Gustavo Peixoto, as bebidas de origem inglesa chamadas ?Barleywine? podem ser tão complexas quanto o fermentado da uva.

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Foto: Divulgação Dicas da Saideira

?As Barleywine surgiram historicamente em uma época em que tinha certo confronto entre a Inglaterra e a França. Até essa guerra cultural de dizer ?o vinho é melhor que a cerveja?, os ingleses começaram a produzir uma cerveja com nuances de vinho, principalmente com relação ao teor alcoólico. São cervejas que possuem de 8% a 12% de álcool. O vinho começa nessa casa de 10% a 14%, às vezes, até um pouco mais. Naquela época, tinha também essa questão de envelhecer a cerveja em barris que foram barris de vinho, justamente para, além do teor alcoólico, ela pegar o sabor. Hoje em dia, essa questão de envelhecimento em barril de vinho não é obrigatória para que ela seja uma barleywine. Pra ser uma barleywine, ela precisa ser uma cerveja mais encorpada, que tenha esse teor alcoólico mais alto, sensação mais densa, com coloração mais escura. Geralmente são cervejas turvas, pouco filtradas, com poder de guarda muito bom, que quer dizer que a bebida vai evoluindo dentro da garrafa?, pontuou.

Se você não está acostumado com as cervejas artesanais, entretanto, a dica de Peixoto não é começar pela barleywine. ?A gente indica sempre começar com uma cerveja de trigo, ou uma boa pilsen tcheca. Você começa sempre do sabor mais fraco, do aroma menor, para uma mais amarga, um aroma mais frutado, mais alcoólico. Então, quando a pessoa pula esse degrau, ela pode sentir certa resistência e, de repente, achar que é ruim. Na verdade, não é ruim, é você que não está acostumado ao sabor e estilo da cerveja?, comentou o Sommelier.

No meio de especificações técnicas e sabores diversificados circulando na mesa de bar, o convidado especial, humorista da 25ª saideira, aproveitou para brincar com as nuances e entrar no jogo como apreciador da bebida. ?Fazendo rir, eu posso comunicar o que eu quiser?, enfatizou Pisit Mota, que falou também sobre a sua forma de buscar o humor dentro das relações humanas e de levantar, com esse trabalho, questionamentos sobre as funcionalidades políticas e sociais do país. Mas, será que quando o assunto é virar o copo o humorista também entra na onda?

?Poesia, romantismo, amor, combinam sempre com uma bebida agradável. O vinho possibilita essa liberdade, essa comunicação, essa poesia, essa sensibilidade. Acredite, para fazer humor, a receita fundamental é sensibilidade. E vinho é pra quem é sensível?, declarou Pisit Mota.

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Foto: Divulgação Dicas da Saideira

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E, como a #saideira é livre, democrática, sensível aos diferentes tipos de paladar e #cachaceira ? vale ressaltar! ? o programa teve também caipirinha adaptada ao tema, com uva, vinho, gelo e especiarias. Tudo isso preparado pela especialista em caipirinha Kelly Costa, que participa do Programa do Ratinho com o trabalho de drinks e bebidas. Será que os convidados do

Dicas aprovaram? Rolou degustação nos estúdios? As apresentadoras experimentaram tudo? Quem foi que brindou na rodada sem medo de ser feliz?

Para saber como foi o esquenta de Páscoa, fique ligado e assista ao programa completo pelo link! Acompanhe o @dicasdasaideira também pelas redes sociais.

O próximo encontro é pós-feriado, inaugurando os trabalhos de abril. E aí, já podemos descer mais uma?

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