Sem professores, alunos da Ufba denunciam crise no curso de Fisioterapia
Alunos de Fisioterapia fecharam ruas no Canela após a ausência de cerca de 10 docentes no curso
Estudantes do curso de Fisioterapia da Universidade Federal da Bahia (Ufba) bloquearam ruas do bairro do Canela, em Salvador, nesta terça-feira (31), em protesto contra a falta de professores na graduação. De acordo com os manifestantes, cerca de 10 docentes estariam ausentes.

Entre os principais prejuízos apontados estão o fechamento da clínica-escola, a suspensão de atendimentos gratuitos voltados a crianças e idosos e o atraso na formação dos estudantes.
Os alunos também relatam que ao menos sete disciplinas deixaram de ser ofertadas devido à carência de professores. Segundo o Diretório Acadêmico de Fisioterapia, mais de 500 estudantes são afetados pela situação.
A reportagem entrou em contato com a Ufba para obter esclarecimentos sobre o desfalque no corpo docente, mas, até a última atualização desta matéria, não houve retorno.
Sem colação, formandos de Direito da Ufba relatam prejuízos profissionais
O que deveria ser o capítulo final de uma trajetória acadêmica marcada por resistência — pandemia, greves e mudanças curriculares — transformou-se em um cenário de incerteza e tensão para cerca de 300 formandos do curso de Direito da Ufba. Sem colação, formandos de Direito da Ufba relatam prejuízos profissionais.
A poucos dias da data prevista para a colação de grau, marcada para 2 de março de 2026, os estudantes ainda não sabem oficialmente se estão aptos a colar grau. A lista de formandos não foi divulgada e o sistema acadêmico apresenta pendências, conforme denúncia enviada exclusivamente ao Aratu On.
Ingridy Dantas, formanda e integrante da comissão de formatura resume o sentimento da turma: “O momento que era para ser de alegria está sendo de frustração extrema.”
Enquanto isso, convites enviados, familiares ansiosos e empregos aguardando apenas um documento: o certificado de conclusão de curso.

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