Professores da rede particular realizam paralisação nesta terça-feira em Salvador
Professores da rede particular de Salvador vão se reunir em assembleia para discutir a campanha salarial
Por Ananda Costa.
Os professores da rede particular de ensino de Salvador realizam uma paralisação das atividades nesta terça-feira (9), conforme anunciado pelo Sindicato dos Professores no Estado da Bahia (Sinpro-BA).

De acordo com a entidade, a suspensão das aulas ocorre para viabilizar a realização de uma Assembleia Geral da categoria, marcada para a manhã desta terça. Durante a reunião, os trabalhadores irão discutir os rumos da campanha salarial e poderão deliberar sobre a decretação de estado de greve.
A assembleia será realizada de forma presencial na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente da Bahia (Sindae), localizada na Rua General Labatut, nº 65, no bairro dos Barris, em Salvador. Também haverá participação virtual por meio de link disponibilizado pelo sindicato.
A primeira convocação está prevista para as 8h, com segunda convocação às 8h30. Segundo o Sinpro-BA, a paralisação das atividades foi definida para garantir a participação dos professores no encontro.
Programação da paralisação dos professores da rede particular de Salvador
8h (1ª Convocação);
8h30min (2ª Convocação)
9 de junho de 2026 (3ª-feira)
Paralisação de professores em Salvador

No ano passado, os professores da rede municipal de ensino de Salvador entraram em greve, no mês de maio. A paralisação ocorreu após a categoria reivindicar o pagamento do piso salarial nacional, que na época era fixado R$ em 4.867,77.
Os professores da rede municipal de educação de Salvador aprovaram, na terça-feira (6) da semana anterior, uma greve geral por tempo indeterminado. A decisão foi anunciada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB) após uma manifestação realizada na Praça do Campo Grande.
A paralisação tem como principais pautas o cumprimento da Lei do Piso do Magistério, melhorias na infraestrutura das escolas e a valorização dos profissionais da educação.
De acordo com dados do Censo da Prefeitura, mais de 9 mil docentes atuam atualmente nas escolas públicas da capital baiana. Em nota, a APLB informou que “a decisão foi tomada em assembleia-geral convocada pela APLB-Sindicato diante da proposta salarial insatisfatória da Prefeitura” e que o documento formalizando a greve já foi encaminhado ao Executivo Municipal.
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