Um carro alegórico da União de Maricá prensou pessoas contra a grade na área da dispersão do Sambódromo da Marquês de Sapucaí, na madrugada deste domingo (15), durante o segundo dia de desfiles da Série Ouro, divisão de acesso do Carnaval do Rio de Janeiro.

Segundo informações da organização, a alegoria encerrava o desfile da escola e, ao tentar fazer a curva na altura da Apoteose, acabou prensando as vítimas junto à grade de proteção.
De acordo com o SBT News, duas pessoas ficaram em estado grave e foram encaminhadas ao Hospital Municipal Souza Aguiar. Outros dois homens sofreram ferimentos leves e também foram levados ao posto médico da Sapucaí.
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Um deles foi atendido e liberado ainda no local, enquanto o outro precisou ser transferido para o Hospital Municipal Miguel Couto para a realização de exames complementares.
Em nota oficial, a União de Maricá informou que o incidente envolveu a última alegoria da escola e o senhor Itamar de Oliveira. A agremiação afirmou que acompanha a situação de forma permanente e que está prestando todo o suporte necessário, inclusive com representantes no Hospital Municipal Souza Aguiar.
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“A União de Maricá manifesta sua solidariedade ao Sr. Itamar de Oliveira e seus familiares. Neste momento, nada é mais importante do que a saúde e o pleno restabelecimento do envolvido”, diz o comunicado.
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Relembre casos de atropelamento causado por carro alegórico
A menina Raquel Antunes, que teve as pernas esmagadas por um carro alegórico na dispersão do sambódromo do Rio de Janeiro, morreu em abril de 2022. Desde o acidente, ela já tinha tido uma das pernas amputadas e estava internada em estado grave no Hospital Municipal Souza Aguiar.
A vítima, de 11 anos, havia subido em um dos carros alegóricos da escola de samba Em Cima da Hora, na saída do sambódromo, enquanto ele estava parado. Segundo as investigações, quando o veículo foi movimentado, ela acabou caindo e ficando com as pernas prensadas entre o carro e um poste.
O desfile chegou a ser interrompido para que uma perícia fosse realizada no local, gerando atraso de cerca de uma hora no desfile das demais escolas. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil. Imagens de câmeras de segurança foram coletadas e estão sendo analisadas.
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