Especiaishá 4 dias. Fonte: Bruna Castelo Branco e Lucas Pereira

Nem Vitória, nem Horto: veja os "apês" que podem ser os mais valiosos de Salvador e você nem sabe onde ficam

Creditos da foto:Bruna Castelo Branco/Aratu On
Nem Vitória, nem Horto: veja os "apês" que podem ser os mais valiosos de Salvador e você nem sabe onde ficam

Se você acha que o metro quadrado mais desejado de Salvador é o Corredor da Vitória, o Horto Florestal, a Graça, a Ondina ou a Barra, chegou a hora de repensar: na verdade, esse lugar é o Garcia, especificamente, a Avenida Leovigildo Filgueiras. E, mais especificamente ainda, os prédios Lótus, Saint Germain e Esmeralda.

Agora você está se perguntando o por quê? Porque quem mora nesses locais pode assistir a qualquer show da Concha Acústica do Teatro Castro Alves de graça - basta abrir as janelas de casa ou descer para o playground -.

Quando os três prédios chegaram no Garcia, a Concha, fundada em 1959, já estava ali, em pleno funcionamento. Então, quem não gosta de barulho, já sabia: lá, não daria para morar. Não é o caso de Márcia Cristina Cruz, que mora no Lótus há três anos. E ela garante, em nome de todos os moradores do edifício que tem uma das melhores vistas para o palco: todo mundo gosta dos shows. “Não abusa ninguém, não chateia ninguém, é alegria. Quem acha ruim, é porque está de mal com a vida. Está tudo 'chuchu' beleza!”.

Naidil Aleluia, que também mora no Lótus, concorda com a vizinha. Nem Márcia, nem ela, que está lá há seis meses, têm vista para o palco do apartamento em que vivem. Por isso, quando querem assistir alguma apresentação, as vizinhas descem para uma área de convivência extra do prédio, mais baixa do que o playground principal, que é um verdadeiro camarote, tão bom ou até melhor do que o camarote da própria Concha.

Vista do camarote do Lótus

“Eu moro de frente para a rua. Então, eu não escuto muito dentro de casa. Mas, dá para ouvir no corredor. E os shows da Concha são bons, teve Djavan e Marisa Monte [por exemplo]. Eu não sabia que dava para ver quando eu aluguei, e quando eu cheguei aqui, eu pensei: ‘Poxa, o show de Marisa está caro, né’. Fiquei triste. Mas, quando eu percebi que daria para ouvir de dentro de casa, eu disse: ‘Vou pegar uma cerveja e ficar aqui escutando’. Depois, eu soube que a gente tinha um acesso para lá. E era um sonho ver o show de Marisa”, conta Naidil.

O ingresso inteiro do primeiro lote do show de Marisa Monte foi o mais caro da Concha este ano: custou R$ 240. Caso algum morador de um dos três prédios tenha assistido a todas as apresentações que aconteceram no espaço desde março, que foi quando a Concha Acústica reabriu, ele economizou, até agora, R$ 2.380, o que corresponde a R$ 595 por mês, contando desde a rebertura. O valor do condomínio do Lótus, por exemplo, é R$ 575.

ORGANIZAÇÃO

Como todo camarote que se preze, o do Lótus é super organizado e cheio de regras. Vender ingresso para gente de fora? Não pode, de jeito nenhum. Para evitar uma superlotação no espaço, só pode três pessoas por apartamento, como explica um dos porteiros do edifício, David Oliveira, que trabalha lá há 17 anos.

“Logo que eu entrei, a gente não perdia um. Nós, funcionários, também temos direito. Cada apartamento tem direito, se descer só um condômino, a mais dois convidados, avisado previamente e assinado com a documentação para a gente liberar a passagem. Não pode haver consumo de bebida alcóolica nem comercialização de nada lá embaixo. É só para ver o show mesmo”.

Camarote do Edifício Lótus

Também não dá para fazer reserva para garantir o acesso ao camarote: como detalha David, só pode colocar o nome na lista e descer a partir de 1 hora antes do começo do show. Já para quem mora nos apartamentos com vista para o palco, é tudo liberado: pode beber, levar quantos amigos quiser, pode até fazer festa.

“Se a pessoa quiser vender ingresso, a gente não tem como saber. Mas, lá embaixo [na área de convivência], a gente tem total controle”. Por isso, de acordo com David, esses apartamentos são os mais cobiçados. “Muitas pessoas alugam a frente [apartamentos com vista para a Avenida Leovigildo Filgueiras], mas ficam sempre no aguardo para um do fundo. O fundo é mais disputado justamente pela vista”.

Quando o show é de um artista que o morador não gosta muito, só há uma solução, como aponta Naidil: “Não vai. Tem alguns moradores que não vão [para o camarote], tem outros que frequentam. A gente meio que reveza de acordo com os shows que a gente quer ir”.

PASSAGEM DE SOM

Alline Brauer, que mora no Esmeralda há seis anos, tem vista para a Concha. Como o prédio é mais alto do que o Lótus e o Saint Germain, a vista para o palco é um pouquinho mais prejudicada, mas ainda dá para ver ou, pelo menos, ouvir todos os shows com conforto. Quando quer ver mais de perto, Alline, assim como os outros moradores do edifício, vai para o playground - e, nesse, não há regras: pode ir quem quiser, com bebidas e sem limite de convidados. Mas, mesmo assim, o espaço nunca fica lotado -.

“Acaba que é sempre bem controlado, porque nem todo mundo traz alguém. Às vezes, tem um show que tem um apartamento específico que traz, e os outros não trazem. Então, nunca fica com muita gente. Por exemplo, eu desci [para o play] agora no de Roupa Nova. No momento em que eu desci, não tinha ninguém. Dificilmente, eu fico o show todo aqui no play, eu desço um pouquinho, vejo um pouquinho, depois eu subo e fico lá no meu apartamento mesmo”.

Vista do playground do Esmeralda

Antes de se mudar para o Esmeralda, que é um empreendimento mais novo, Alline morou 11 meses no Saint Germain. Por isso, barulho na Concha Acústica já é parte da vida dela faz tempo. No Saint Germain, diferente de como é agora, a vista dela não era para a rua - mas sempre tinha uma vizinha gente boa para convidá-la para assistir às apresentações no apartamento do fundo -.

“Quando eu vim para cá, fiquei até na dúvida: ‘Moro do lado da rua, ou moro virada para a Concha?’. Escolhi um apartamento virado para a Concha. A visão do meu quarto, da minha sacada, é para a Concha Acústica. Do meu apartamento, eu não consigo visualizar o palco. Mas, aí, eu desço para o play, e é muito perto. Eu digo que a visão que eu tenho aqui é melhor do que a do camarote da Concha. Eu gosto bastante, porque eu gosto dos shows que acontecem lá. Então, é difícil ter um show que eu fale: ‘Poxa, não queria estar aqui’”.

O único inconveniente - que nem é tão incoveniente assim - é a passagem de som e os ensaios durante o dia. Para Alline, que estuda para concurso, atrapalha um pouco, mas basta fechar as janelas que fica bem mais baixo.

“A equipe técnica acaba fazendo os testes, e depois ainda vem o cantor para fazer a passagem de som. Então, às vezes, esses momentos podem me atrapalhar quando preciso estudar. Mas, na maioria das vezes, eu gosto. Como estou estudando, às vezes me programo para estudar no sábado à tarde. Aí, como eu gosto das músicas, eu acabo me distraindo porque eu começo a cantar. Mas, para mim, é um privilégio”.

Ericson Junqueira, porteiro do Esmeralda há sete anos, não é tão chegado no som que acontece na Concha, mas não chega a se incomodar. Em dias de show, a circulação de gente no prédio aumenta, mas não como antes - com a pandemia, esse movimento caiu -. “Antes, vinham muitos convidados, as pessoas ficavam no play assistindo. Hoje em dia, está mais escasso”.

Vista para os prédios de dentro do Teatro Castro Alves

No Saint Germain, é 8 ou 80: como o playground não tem vista para o palco, só pode assistir aos shows quem tem a varanda de frente para a Concha. Quem não tem, ou faz uma visita aos vizinhos, ou se contenta em só escutar a música mesmo. O porteiro do prédio, Arnoldo Macedo, que trabalha lá há 27 anos, pegava o turno da noite em alguns finais de semana e conta que conseguia ouvir tudinho do posto de trabalho, sem ruídos.

“O som é bem agradável. Fico aqui, trabalhando e ouvindo”. Na pandemia, como relembra Arnaldo, o prédio inteiro ficou triste. “Mas, agora que começou de novo, está legal”. A melhor vista para o palco, de acordo com ele, é do terceiro andar até o décimo. “No primeiro andar, a vista é bem pouca por causa da divisória da garagem. Por sinal, nos apartamentos que têm visão, geralmente vem muita gente para assistir”.

Se quiser fazer amizade com alguém que mora em um desses três prédios, corre que ainda dá tempo - o próximo show da Concha Acústica é o de Duda Beat, no dia 13 de agosto -.

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Já pensou em contratar uma funcionária para ser amante do seu marido? A tailandesa Pattheema Chamnan, de 44 anos, não só pensou, como fez o anúncio da vaga de emprego em uma publicação no TikTok. A postagem já foi tirada do ar da rede social. As informações são do jornal britânico The Mirror.

Em um vídeo, a mulher anunciou que estava oferendo três vagas diferentes: duas para auxiliares domésticas e uma para "agradar ao marido" dela. Os pré-requisitos eram ter concluído o Ensino Médio, ter um diploma universitário, ser apresentável, se comunicar bem, ser divertida, ser solteira e sem filhos, ter entre 30 e 35 anos e apresentar um teste negativo para o HIV.

Na publicação, Pattheema propõe um salário de 15.000 baht, o que equivale a cerca de R$ 2 mil. Além de "cuidar" do marido dela, de prenome Pattagorn, a tailandesa informa que a candidata terá que ajudá-la também com algumas tarefas domésticas, além de tomar conta do filho do casal.

"Você receberá pelo menos 15.000 baht por mês, terá acomodação e refeições gratuitas, mas, precisa me ajudar. Dois serão contratados para ajudar com o trabalho de documentação em meu escritório, e outro será contratado para cuidar de mim, meu marido e meu filho", apontou ela.

Além disso, ela ainda garantiu que a casa dela é um ambiente harmonioso, sem brigas, e que o marido ainda terá autonomia na hora de escolher com quem quer dormir. "Eu garanto que não haverá briga entre nós. Eu permito que meu marido escolha com quem ele quer dormir ou ficar. Sem horário, ele pode escolher sozinho".

Em entrevista ao The Mirror, Pattheema disse que abriu essa vaga inusitada porque, por estar lutando contra uma depressão severa, não consegue mais dormir com o marido. "Eu não tenho dormido com o meu marido. Isso faz com que eu me sinta uma péssima esposa. Quero encontrar amantes para o meu marido, pois estou lutando fisicamente. Tenho depressão crônica e sinto que não posso cuidar bem dele".

E, no final, ela encontrou uma candidata perfeita para o cargo: uma mulher de 33 anos, amiga íntima de Pattheema. 

#AratuOnVídeos que circulam nas redes sociais nas horas últimas têm deixado os torcedores baianos preocupados. E, não é à toa. Na filmagem, é possível ver o que seria uma rachadura entre parte das arquibancadas da praça esportiva baiana.

Procurada pela reportagem do Aratu On, nesta segunda-feira (8/8), a assessoria da Arena Fonte Nova se pronunciou. Em nota, ressaltou "que realiza uma programação planejada, atenta e constante de manutenção preditiva, preventiva e corretiva em suas instalações".

O texto ainda trouxe uma informação de Fábio Santos, engenheiro estruturalista responsável pelo laudo da Arena Fonte Nova. Segundo ele, "por conta de sua extensão, a estrutura conta com espaçamentos entre placas de concreto previstos para permitir movimentos naturais de origem térmica, mecânica e outros.

“Essas estruturas recebem manutenção preventiva  e não representam nenhum tipo de risco estrutural”, finalizou a nota do empreendimento. 

Ouvido pela reportagem do Aratu On, o engenheiro Leonel Borba tranquilizou os torcedores, mas disse que é preciso realizar uma vistoria mais detalhada, dentro do estádio. "Os responsáveis pela manutenção devem efetuar uma vistoria in loco para  monitorar se a abertura está estacionada ou há aumento na sua abertura", destacou. 

No último sábado (6/8), no triunfo do Bahia por 1 a 0 sobre o CSA, a Fonte Nova teve público recorde do Bahia no ano – 44.885 pagantes e 45.358 no total. A marca superou o jogo contra o Grêmio, quando 41.617 pagaram ingresso.

TRAGÉDIA 

Após os vídeos registrados dentro da nova Arena Fonte Nova, de imediato, a lembrança que volta à cabeça é a da fatal tragédia do dia 25 de novembro de 2008.

Naquela ocasião, parte do anel superior da antiga Fonte Nova cedeu e matou sete torcedores do Bahia, presentes no estádio para o jogo contra o Vila Nova, pela Série C 2007, que decidiria o acesso do time à segunda divisão após dois anos no escalão mais baixo do futebol brasileiro - na época não existia a Série D -. 

#AratuOnUm salva-vidas, que não teve o nome revelado, foi filmado defecando no mar. O vídeo foi feito em Vilas do Atlântico, uma das praias mais visitadas de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. Entrevistados pela reportagem do Aratu On, profissionais revelaram o contexto de "protesto" por trás do registro. 

Nas imagens, capturadas bem próximas ao servidor, ele aparece utilizando o uniforme da Prefeitura e aparenta fazer o ato de forma proposital, não se tratando de um simples flagrante. Após iniciada a filmagem, o trabalhador se abaixa calmamente e defeca em meio às águas. Após terminar, ele faz a limpeza com a areia e se veste novamente. 

Ao serem questionados sobre o registro, dois servidores concursados de Lauro de Freitas e membros da equipe do Salvamar, que não quiseram se identificar por medo de retaliações da Prefeitura, explicaram a situação. 

"Conhecemos o homem que gravou o vídeo, e aquilo foi uma forma de protesto que ele pensou. Nós não temos banheiros e, muitas vezes, nem água potável. Estamos trabalhando com o mínimo", lamentou o primeiro rapaz.

Sobre as condições de trabalho da categoria no município, o segundo funcionário confirmou as dificuldades citadas pelo colega. "É difícil! Não temos equipamentos básicos de resgate, como prancha, boias, pés de pato, equipamentos para fazer respiração. Caso alguém se afogue, dependemos da ajuda dos surfistas para resgatar com velocidade". 

INÍCIO DAS DENÚNCIAS 

Segundo um dos responsáveis pelos depoimentos, a vontade de denunciar o abandono das praias e profissionais aconteceu após ele presenciar a primeira morte, na praia do "Surf", também em Vilas do Atlântico. Na oportunidade, segundo o profissional, não existiam os equipamentos de socorro e atendimento. 

A caso foi aconteceu na manhã do dia 21 de maio de 2021. 

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#AratuOnDificuldade de lembrar datas, fazer cálculos ou realizar tarefas básicas do dia a dia. As habilidades cognitivas geralmente diminuem à medida que a idade avança. Mas uma pesquisa feita por cientistas da Universidade de São Paulo (USP) mostra que a perda chega a ser 28% maior entre pessoas que consomem mais alimentos ultraprocessados.

São alimentos que passaram por processo industrial tão intenso que a composição deles já nem parece a de comida de verdade. Encaixam-se nesta categoria pães de forma, salgadinhos, refrigerantes.

O declínio cognitivo foi maior entre as pessoas que consumiam mais de 20% das calorias diárias de ultraprocessados. E não é difícil chegar a essa média: 20% equivale a três fatias de pães de forma por dia.

Os resultados foram apresentados na Conferência Internacional de Alzheimer, realizada na semana passada na cidade de San Diego, nos Estados Unidos.

A pesquisa analisou o desempenho das pessoas que participaram do mais longo e maior estudo de performance cognitiva realizado no Brasil: o Elsa-Brasil. São cerca de 15 mil pessoas, entre 35 e 74 anos, que começaram a ser acompanhadas em 2008 para investigar fatores de risco para doenças crônicas como hipertensão, arterioesclerose e acidente vascular cerebral.

O estudo analisou os dados conforme o tipo de alimento consumido: alimentos não processados, como vegetais e frutas, os ingredientes culinários, como sal e óleos, os alimentos processados, com modificações leves como adição de sal ou açúcar, e os ultraprocessados.

Dados do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP mostram que o consumo médio de alimentos ultraprocessados no Brasil é justamente de 20% no Brasil. Como é uma média, algumas pessoas consomem muito mais. Mas ainda assim, é um patamar três vezes menor que a de países ricos, onde a média chega a 60%.

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#AratuOnA contagem para o início da Copa do Mundo 2022 já começou. Faltam 105 dias. Quem for torcer para Seleção Brasileira já pode ir preparando o bolso. Afinal, desde o domingo (7/8) começaram as vendas das novas camisas do Brasil.

Por enquanto, já estão à venda exclusivamente no site da Nike - por R$ 349,99 e em todo o mercado brasileiro a partir de sexta-feira (12/8) -. O valor chama a atenção por ser mais da metade que o Auxílio Brasil - benefício de R$ 600 pago pelo Governo Federal a cerca de 5,2 milhões de pessoas por conta da crise que assola o país -. 

A camisa titular, predominantemente amarela, é estampada com desenhos inspirados na pele de onça e tem detalhes em verde na gola e nas mangas. Os shorts são azuis com a numeração em amarelo, enquanto as meias brancas exibem detalhes em verde e azul.

Já o uniforme reserva é azul e traz as pintas de onça nas mangas, em verde. O calção branco traz a numeração em verde, e o meião azul com detalhes em verde e amarelo.

Na parte interna da camisa, na altura da nuca, há um grafismo em homenagem à "Garra Brasileira". Já a parte interna frontal da camisa amarela traz o detalhe da bandeira do Brasil.

"Vibrante e arrojado, o uniforme 2022 da seleção brasileira homenageia a coragem e a cultura de um povo que nunca desiste. Inspirado na garra e beleza da onça, a camisa une todos os brasileiros", postou a CBF.

A campanha intitulada "Veste a Garra" traz personalidades como Alisson, Richarlison, Rodrygo, Philipe Coutinho, Marquinhos, Adriana e Ronaldo Fenômeno, além de famosos de fora do futebol, como o velocista Paulo André, o rapper Djonga, o funkeiro MC Hariel, a streamer Babi Loud e a judoca Rafaela Silva.

#AratuOn #CopaDoMundo2022Se você costuma usar redes sociais, já deve ter se deparado com vídeos de Kwon Min Sung, o “coreano pagodeiro” de 22 anos (ou 24, na idade coreana*) que ganhou uma avalanche de seguidores, comentários e curtidas após performar hits de funk e, nas últimas semanas, de pagode baiano.

Com um repertório atualizadíssimo, que inclui La Fúria, O Kannalha e Oh Polêmico, o jovem deixa os seguidores surpresos com tanto molejo. “Você é baiano e não tá sabendo”, disse um. Mas, na verdade, Min Sung é de Yongin, a cerca de 40 quilômetros da capital, Seul, e descobriu e se encantou com o Brasil sem nunca ter visitado o país, graças ao “app vizinho”, o TikTok, onde tem mais de 1,4 milhão de seguidores.

Entre directs, e-mails e KakaoTalk (aplicativo similar ao WhatsApp e popular na Coreia do Sul), o Aratu On entrevistou o jovem influencer, que fez questão de responder às perguntas em português. Carismático, ele diz que não sabe “falar bem” nosso idioma, mas que está aprendendo com a ajuda do Google Tradutor. 

#AratuOn #Pagode #MinSungÉ HOJE! 🤩

Você tem um encontro marcado com a galera do #AratuTáOn a partir de 13h15! Não perca ✨😜

@gordaroupa 
@vivianalecy 
@juanascastroO candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, escolheu Ana Paula Matos, vice-prefeita de Salvador, como sua vice na disputa ao Planalto. Essa é a terceira vez que o ex-ministro disputa a eleição ao Executivo federal. 

A escolha por Ana Paula foi decidida durante uma reunião da Executiva do PDT na manhã desta sexta-feira (5/8), na sede do partido em Brasília. O nome foi definido no último dia do período das convenções partidárias, quando as legendas oficializam seus candidatos.

Sem ter conseguido apoio de outros partidos para compor sua chapa, o pedetista repete a mesma fórmula que usou em 2018: anunciar uma mulher do próprio partido no último dia das convenções. Naquele ano, a senadora Kátia Abreu (PP-TO), então correligionária de Ciro, foi anunciada no dia 5 de agosto, prazo final dos eventos que oficializam a candidatura dos postulantes na eleição.

QUEM É ANA PAULA MATOS?

Advogada, professora, pós-graduada em finanças e com mestrado em administração, Ana Paula, 44 anos, é servidora concursada da Petrobras. Iniciou a trajetória na gestão municipal como diretora geral de Educação, em 2013.

Na sequência, Ana Paula foi chefe de gabinete da vice-prefeitura, presidente do instituto de previdência municipal, secretária das Prefeituras-Bairro, secretária de Promoção Social e combate à pobreza, e secretária de Governo de Salvador. Em 2020 foi eleita vice-prefeita de Salvador em chapa com Bruno Reis (DEM).

Ana Paula, nascida em Salvador, tem atuação forte na área social e de combate à pobreza, compreendendo a importância da luta para acabar com a miséria no Brasil. Negra, tem lutado contra o racismo e defendido políticas afirmativas. Eleita, será a primeira mulher negra à ocupar o cargo no Brasil.

Professora, formada em Administração de Empresas pela Universidade Salvador (1998) e em Direito pela Universidade Católica do Salvador (2001), é pós-graduada em Finanças Corporativas pela Unifacs (2000) e mestre em Administração, pela Universidade Federal da Bahia (2002).

Confira a matéria completa em www.aratuon.com.br

#AratuOn #CiroGomes #PDTTem início nesta sexta-feira (5/8) e vai até 15 de agosto o novo prazo para que as prefeituras cadastrem taxistas que poderão receber o benefício emergencial concedido a motoristas de táxi, o Bem-Taxista. Ele será pago até dezembro próximo como ajuda para compensar a elevação do preço de combustíveis e derivados.

O auxílio emergencial começará a ser pago no dia 16 de agosto em seis parcelas de R$ 1 mil, “observadas a quantidade de taxistas elegíveis e o limite global disponível para o pagamento do auxílio”, informou, hoje, em Brasília, o Ministério do Trabalho.

Têm direito ao benefício motoristas de táxi registrados nas prefeituras, titulares de concessões ou alvarás expedidos até 31 de maio.

Segundo o ministério, a prestação das informações caberá inteiramente às prefeituras (ou ao governo do Distrito Federal, no caso da capital federal), não sendo necessária qualquer ação por parte dos taxistas. Em caso de dúvidas, o motorista deve entrar em contato com a prefeitura para verificar o cadastro municipal.

PAGAMENTO

“É importante esclarecer que o mero cadastramento dos taxistas não garante o pagamento do Benefício Taxista. Os dados enviados pelos entes municipais e distrital serão analisados pela Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social) para identificação dos profissionais elegíveis”, anunciou o ministério.

As duas primeiras parcelas - referentes a julho e agosto - serão pagas em 16 de agosto. No dia 30, receberão o auxílio taxistas das cidades cujas prefeituras perderem o primeiro prazo para enviar os dados dos trabalhadores ao governo.

O motorista que estiver com o CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) pendente de regularização junto à Receita Federal não poderá receber o valor. Além disso, o benefício não poderá ser pago cumulativamente com o auxílio caminhoneiro. Mais informações podem ser obtidas por meio do aplicativo Caixa Tem.

#AratuOn #AuxilioEmergencial #BemTaxista
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