Corpo de professora de Direito morta por aluno é transferido para Salvador
Corpo de professora morta em Rondônia é transferido para Salvador
Por Da redação.
O corpo de Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, foi liberado pelo IML de Porto Velho, em Rondônia, e transferido para Salvador, Bahia, na tarde deste sábado (7). A professora de Direito e escrivã da Polícia Civil foi assassinada a facadas dentro de uma sala de aula no Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), na noite de sexta-feira (6).

Embora o sepultamento esteja confirmado para a capital baiana — onde a vítima cresceu — detalhes sobre o horário e o local ainda não foram divulgados. Enquanto isso, em Porto Velho, uma missa em sua memória foi realizada na Catedral Sagrado Coração de Jesus.
🚨 Professora universitária é assassinada por aluno em faculdade de Rondônia
— Cenarium (@cenariumam) February 7, 2026
A professora do curso de Direito do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), Juliana Santiago, morreu na noite dessa sexta-feira, 6, após ser esfaqueada dentro da instituição em Porto Velho (RO)… pic.twitter.com/pVUZPjWgCm
Detalhes do crime e prisão
O autor do ataque foi identificado como João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, aluno da instituição. Segundo o boletim de ocorrência:
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Dinâmica: o crime ocorreu após o término das aulas, quando agressor e vítima estavam sozinhos na sala. O estudante alegou ter tido um "acesso de raiva".
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A arma: João afirmou que a faca usada no crime fora entregue a ele pela própria professora dias antes, dentro de uma vasilha com doces. O objeto foi apreendido.
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Intervenção: o suspeito tentou fugir, mas foi contido por um aluno que é Policial Militar. O PM ouviu gritos e barulhos de briga em uma sala vizinha e conseguiu imobilizar o agressor até a chegada das viaturas.

Investigação
Juliana sofreu perfurações graves no tórax e no braço. Ela chegou a ser levada ao Hospital João Paulo II, mas não sobreviveu aos ferimentos.
A Polícia Civil de Rondônia investiga o caso como feminicídio. Aparelhos celulares foram apreendidos e testemunhas estão sendo ouvidas para determinar se havia algum tipo de relação ou motivação específica além do relato inicial do suspeito.
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