BAVI no Barradão opõe Bahia embalado e Vitória forte em casa
Bahia e Vitória entram em campo sustentando contextos distintos, que ajudam a dimensionar o peso e a complexidade do clássico logo no início da temporada
Por Dinaldo dos Santos.
O primeiro BAVI de 2026, marcado para a tarde deste domingo (25) no Barradão, será disputado em um cenário de contrastes entre os dois maiores rivais do futebol baiano. Bahia e Vitória entram em campo sustentando contextos distintos, que ajudam a dimensionar o peso e a complexidade do clássico logo no início da temporada.

De um lado, o Bahia vive um começo de ano amplamente favorável. O Tricolor apresenta aproveitamento máximo no Campeonato Baiano, lidera a competição com folga e chega ao clássico respaldado por uma sequência de resultados expressivos.
Sob o comando de Rogério Ceni, a equipe conseguiu transformar a superioridade técnica em triunfos, assumindo uma posição mais confortável na tabela e carregando o status de time a ser batido no estadual.
No outro extremo está o Vitória, que ainda busca maior regularidade no Baianão, mas sustenta um trunfo simbólico e relevante para o clássico desta tarde. Atuando em seus domínios, o Rubro-Negro defende a condição de não ter sido derrotado pelo rival nos últimos sete confrontos disputados no Barradão.
O retrospecto recente inclui quatro vitórias e três empates, um tabu que alimenta a confiança do torcedor e reforça o peso do mando de campo em partidas dessa natureza.

Assim, o Ba-Vi de hoje coloca frente a frente um Bahia embalado pelos resultados e pela liderança do campeonato, e um Vitória que, mesmo em situação menos privilegiada na competição, se apoia na força histórica recente dentro de casa para equilibrar o confronto.
O clássico se desenrola, portanto, como um choque entre o melhor momento do estadual e a resistência de um mando de campo que tem sido decisivo nos últimos anos.
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