VÍDEO: pastor baiano é morto a tiros durante passeio em Balneário Camboriú
O pastor Alan Souza Cerqueira, natural de Santo Antônio de Jesus, na Bahia, foi morto a tiros em Balneário Camboriú
Por Bruna Castelo Branco.
O pastor Alan Souza Cerqueira, de 37 anos, natural de Santo Antônio de Jesus, na Bahia, foi morto a tiros na tarde de domingo (27), na Barra Sul, em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina.
Alan foi baleado na cabeça após um passeio pela região. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado para um hospital em Itajaí, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo a Polícia Civil, os primeiros elementos da investigação indicam que o crime teria sido uma ação direcionada contra a vítima.

Pastor foi baleado na cabeça
Alan foi encontrado inconsciente na avenida Normando Tedesco, na esquina com a avenida Atlântica. De acordo com o Corpo de Bombeiros, ele ainda apresentava respiração espontânea e recebeu os primeiros atendimentos no local, incluindo procedimentos para conter o sangramento.
Na sequência, a vítima ficou sob os cuidados da equipe até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Alan foi encaminhado pela equipe avançada ao Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, mas não resistiu aos ferimentos.
Nas redes sociais, o pastor compartilhava vídeos de pregações e mensagens religiosas.
Veja vídeo:
Suspeito foi preso após disparos
O suspeito, de 21 anos, foi localizado pela Guarda Municipal menos de um minuto após os disparos, a cerca de 30 metros do local do crime.
Segundo a corporação, durante a fuga, o homem teria dispensado um casaco e um revólver calibre 38, que foi apreendido pelos agentes.
O suspeito foi conduzido à delegacia e autuado em flagrante por homicídio qualificado. Durante o interrogatório, conforme a Polícia Civil, ele optou por permanecer em silêncio.

Polícia investiga possível ligação com organização criminosa
As investigações também apontaram um possível histórico do suspeito no Rio Grande do Sul. Conforme levantamento preliminar da Polícia Civil, ele teria sido apontado como suspeito em uma ocorrência anterior de tentativa de homicídio.
Na ocasião, durante uma busca realizada na residência do homem, ele teria dispensado uma arma de fogo, que não foi localizada.
A Polícia Civil também apura uma possível relação do suspeito com uma organização criminosa. Até o momento, porém, não há confirmação de que ele integre alguma facção.

Os celulares de Alan e do suspeito foram apreendidos durante o atendimento da ocorrência e deverão passar por análise. A Polícia Civil poderá solicitar à Justiça as medidas necessárias para uma eventual quebra do sigilo telefônico.
A análise dos aparelhos poderá contribuir para esclarecer a relação entre os envolvidos e a possível motivação do crime.
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