Quem é ‘blogueira advogada’ suspeita de mandar matar ex e cunhado em Salvador

Advogada Elis Amanda Bonfim Ribeiro é investigada por mandar matar o ex-marido após disputa pela guarda da filha

Por Anna Caroline Santiago.

Elis Amanda Bonfim Ribeiro, advogada criminalista de 44 anos, foi presa nesta terça-feira (28) sob suspeita de ser a mandante do assassinato do ex-marido, Alex Duarte Santos, de 47 anos, e do cunhado, Anderson Duarte Santos, de 44, em Salvador.

Quem é ‘blogueira advogada’ suspeita de mandar matar ex e cunhado em Salvador.Foto: redes sociais

Nas redes sociais, a investigada se apresenta como “blogueira da advocacia real”. Mãe de duas filhas, ela também afirma ser casada com Eddy Assis, um profissional da área de segurança privada.

No perfil, Elis Amanda compartilhava a rotina na defesa de clientes, com publicações que, em alguns casos, mesclavam humor, rotina e ostentação. Veja:

O crime

De acordo com as investigações, o caso tem origem em conflitos pessoais envolvendo Alex e a ex-companheira. Os dois mantiveram um relacionamento por cerca de dois anos e tiveram uma filha. Após o término, houve disputas relacionadas à guarda da criança e desentendimentos que, segundo a família, se intensificaram ao longo do tempo.

Alex foi assassinado no dia 13 de janeiro, na região da Baixa de Quintas, enquanto ia para o trabalho. Ele foi abordado por um homem armado e atingido por disparos no abdômen, no peito e na cabeça, morrendo no local. O crime ocorreu poucos dias após tentativas de contato entre ele e Elisa.

Três meses depois, em 10 de abril, o irmão dele, Anderson Duarte Santos, foi morto dentro da própria loja, no bairro do Lobato. Um homem armado entrou no estabelecimento e efetuou diversos disparos. A vítima não resistiu aos ferimentos. Segundo familiares, Anderson vinha cobrando respostas sobre a morte de Alex, o que levanta a suspeita de ligação entre os dois homicídios.

Thiago Milton Santos de Carvalho, apontado como autor dos disparos, foi localizado em Fazenda Coutos. | Foto: Reprodução/TV Aratu

A Polícia Civil, por meio da 3ª Delegacia de Homicídios (DH/BTS), apura a participação de cada um dos presos e a motivação dos crimes. Até o momento, não há informações sobre o posicionamento da defesa dos investigados.

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