Polícia investiga denúncia de estupro de aluna no Colégio Militar em Salvador
Polícia Civil da Bahia instaurou uma investigação após denúncia de estupro de uma aluna do Colégio da Polícia Militar em Dendezeiros
Por Da redação.
A Polícia Civil da Bahia instaurou uma investigação para apurar uma denúncia de um suposto estupro de uma aluna do Colégio da Polícia Militar (CPM), em Salvador. O caso teria ocorrido nesta quarta-feira (19), nas imediações da unidade de ensino, localizada no bairro de Dendezeiros, na Cidade Baixa.

Segundo a Polícia Militar da Bahia (PM-BA), a corporação tomou conhecimento da denúncia de violência sexual e a vítima foi encaminhada à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM/Periperi), onde recebeu acolhimento e foram adotadas as providências necessárias.
A Polícia Civil realiza diligências para esclarecer as circunstâncias da ocorrência e identificar a autoria do crime.
Por se tratar de um caso de natureza sensível, outras informações não foram divulgadas pelas autoridades, com o objetivo de preservar a vítima e não comprometer o andamento das investigações.
Outros casos

Uma estudante de 16 anos denunciou, nesta sexta-feira (17), ter sido vítima de um estupro coletivo nas dependências do Colégio Estadual de Tempo Integral Presidente Costa e Silva, localizado no bairro da Ribeira, em Salvador. Dois adolescentes, também de 16 anos, são apontados como os autores do crime.
De acordo com os relatos iniciais, o abuso teria ocorrido em um dos banheiros da unidade escolar. Após a denúncia, equipes do Batalhão Escolar da Polícia Militar foram acionadas e conduziram os dois suspeitos à Delegacia do Adolescente Infrator (DAI), no bairro de Brotas.
A vítima foi encaminhada ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) para a realização de exames periciais e corpo de delito. Os suspeitos permanecem custodiados à disposição da Vara da Infância e da Juventude, onde responderão por ato infracional análogo ao crime de estupro.
Em nota oficial, a Secretaria da Educação da Bahia (SEC) manifestou repúdio a qualquer forma de violência e informou que está colaborando com as investigações da Polícia Civil. A pasta também destacou que está prestando assistência à vítima e que foi oferecido acompanhamento psicológico e social.
Também foi iniciado o processo de transferência dos envolvidos da unidade escolar. O caso segue sob sigilo de justiça, conforme previsto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
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