Homem é preso com arsenal avaliado em mais de R$ 300 mil na Bahia
Homem era investigado por fabricar e realizar manutenção de armas de fogo destinadas ao tráfico de drogas
Um homem de 45 anos foi preso em flagrante com um arsenal avaliado em mais de R$ 300 mil no município de Cândido Sales, no sudoeste da Bahia. O suspeito era investigado por fabricar, adaptar e realizar manutenção de armas de fogo destinadas ao tráfico de drogas.
Na residência do suspeito, localizada no bairro da Usina, agentes também encontraram munições de diversos calibres, acessórios para armamento, aparelhos eletrônicos, dinheiro em espécie, câmeras de segurança e maquinário utilizado na atividade ilegal.

Segundo a Polícia Federal, o imóvel era usado como oficina clandestina para conserto, fabricação e adaptação de armas de fogo, serviço que atendia grupos criminosos atuantes na região. A localização do local foi possível após investigações que indicaram o uso da serralheria para manutenção de armamentos.
De acordo com o delegado Thiago Michel, responsável pela operação, o material apreendido representa um duro golpe contra o crime organizado. “O homem autuado em flagrante exercia a função de serralheiro e professor de artes marciais, mas também atuava ilegalmente como armeiro. Nossas investigações apontam que a serralheria era utilizada pelo crime organizado para a manutenção de armamentos. Com a apreensão, enfraquecemos essas atividades e retiramos de circulação materiais que poderiam ser usados em ações criminosas”, afirmou.
Todo o material apreendido será encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) para perícia. O suspeito foi conduzido a uma unidade policial, onde teve o auto de prisão em flagrante lavrado, e permanece custodiado, à disposição da Justiça.
Suspeito de liderar produção clandestina de armas é preso em Salvador
Um homem foi preso na sexta-feira (6), suspeito liderar um esquema de produção clandestina de armas de fogo, no bairro de Piatã, em Salvador. Ele é apontado pelas investigações como um dos principais responsáveis pela confecção de armas artesanais utilizadas por organizações criminosas.
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De acordo com a polícia, o grupo adquiria simulacros de armas por meio de plataformas digitais e os transformava em armas de fogo a partir da substituição do mecanismo interno. A organização criminosa atuava há pelo menos dois anos e, nesse período, teria fabricado mais de 170 submetralhadoras artesanais.
O armamento era destinado a facções envolvidas em crimes como tráfico de drogas, roubos, extorsões mediante sequestro e homicídios.
Nas primeiras ações da Operação Forja Clandestina, na última quarta-feira (4), foram cumpridos dois mandados de prisão e seis mandados de busca e apreensão. Um casal foi preso no bairro de Itinga, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. As diligências continuam, com o objetivo de identificar e localizar outros envolvidos.
Segundo a investigação, um dos suspeitos adquiriu cerca de 87 réplicas, outro aproximadamente 30 unidades e uma terceira investigada mais de 50, além de acessórios compatíveis com calibres de uso restrito, como o 9mm.
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