'Delivery de playboy': quem é o homem preso por vender drogas pelo WhatsApp em Salvador
Natural de São Paulo, suspeito de manter “delivery de playboy” atuava sozinho e recebia encomendas pelo WhatsApp
Kodara Bertolini Oliveira, de 28 anos, foi preso nesta sexta-feira (2), no Alto de Ondina, em Salvador, suspeito de manter um esquema de venda de drogas por meio de um serviço conhecido como “delivery de playboy”. Natural de São Paulo, ele não possuía passagens anteriores pela polícia, conforme levantamento realizado pelo Aratu On.

Segundo o tenente-coronel Hildergard Dantas, Kodara trabalhava sozinho e utilizava o WhatsApp para receber pedidos e negociar a venda dos entorpecentes. A própria residência, ainda de acordo com o agente, era usada como local de armazenamento das drogas.
As investigações apontam que o suspeito tinha como principais clientes pessoas de São Paulo. O esquema funcionava por meio de encomendas, com Kodara responsável pelas vendas e pelas entregas.
Como Kodara foi preso
A prisão aconteceu durante um patrulhamento realizado por equipes da Rondesp Atlântico. Os policiais decidiram abordar um motociclista e encontraram porções de haxixe e maconha, além de uma balança e outras substâncias.
A partir da ocorrência, os policiais chegaram até Kodara, que foi localizado no Alto de Ondina. O caso foi encaminhado para a delegacia e será investigado.
Outros investigados
Quem é 'Sheik', apontado como fornecedor do tráfico de drogas de luxo na Bahia

Rodrigo Santos Bastos, de 39 anos, conhecido como “Sheik”, foi preso novamente no ultimo dia 25, em Salvador, por suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas destinado a consumidores de alto poder aquisitivo. Apontado pela polícia como fornecedor interestadual de entorpecentes, ele foi localizado no bairro de Mussurunga.
O suspeito foi alvo da Operação Iceberg, que prendeu 11 pessoas na quinta-feira (24) por envolvimento com o tráfico de luxo de drogas em Salvador. Segundo as investigações, Sheik atuava como fornecedor direto de drogas para um dos líderes do grupo.
De acordo com as apurações, os entorpecentes eram enviados de São Paulo para a Bahia por meio de remessas postais. As encomendas eram camufladas com códigos e nomes de doces, como “500 Bala Gringa” e “jujubas”.
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