‘Ele foi traído’, diz Bruno Reis sobre relação de Coronel com o PT

Durante a abertura dos trabalhos da Câmara, o prefeito Bruno Reis comentou o rompimento do senador Angelo Coronel com o PT na Bahia

Por, João Tramm e Bruna Castelo Branco.

Durante a abertura dos trabalhos da Câmara Municipal de Salvador para o ano de 2026, o prefeito Bruno Reis (União) comentou o rompimento do senador Angelo Coronel (PSD) com o PT na Bahia. Na ocasião, o gestor afirmou que as negociações com partidos de sua base política devem avançar nas próximas semanas.

Segundo o prefeito, a decisão de Coronel já estaria tomada e as tratativas com a oposição foram iniciadas. Bruno Reis afirmou ainda que partidos aliados demonstraram interesse em apoiar uma eventual candidatura do senador ao Senado.

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Durante a abertura dos trabalhos da Câmara, o prefeito Bruno Reis comentou o rompimento do senador Angelo Coronel com o PT na Bahia. | Foto: João Tramm/Aratu On

“Tiraram o direito dele de disputar a reeleição, como fizeram com Lídice, João Leão, Pinheiro. A decisão está tomada por parte dele, de seguir o caminho dele e iniciar as tratativas conosco. A partir dessa semana, nós vamos discutir a forma. Muitos partidos da nossa base manifestaram o desejo de abrir as portas caso ele decida disputar a vaga ao Senado. Ele foi traído, ele é vítima nesse processo”, garantiu o gestor.

Ao comentar a atuação do Partido dos Trabalhadores na disputa pelo Governo do Estado, Bruno Reis fez críticas à condução política da legenda em relação aos aliados.

“O PT suga o sangue dos aliados, dá aquele abraço de urso e depois descarta”, disparou o prefeito.

Segundo o prefeito, a decisão de Coronel já estaria tomada e as tratativas com a oposição foram iniciadas. | Foto: João Tramm/Aratu On

O prefeito também comentou a migração do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, para o PSD, partido de Angelo Coronel, que vive um momento de tensão com a base do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT). De acordo com Bruno Reis, a mudança de legenda acelerou as articulações políticas.

“A saída de Caiado gerou essa precipitação política. Antecipou muitas coisas que iriam acontecer em março para agora em janeiro. Essa movimentação nos aproxima muito mais do PSD. Aonde Caiado for, é o nosso pré-candidato”, declarou. Veja:

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