Deputado da base afirma que saída de Coronel não desequilibra governo Jerônimo

Deputado Daniel Almeida disse que a saída de Coronel da base governista de Jerônimo Rodrigues (PT), faz parte do processo eleitoral e não devem provocar desequilíbrio na correlação de forças

Por, Dinaldo dos Santos e João Tramm.

O deputado federal Daniel Almeida (PCdoB) comentou, nesta sexta-feira (6), durante a visita de Lula à Bahia, sobre a saída do senador Angelo Coronel (PSD) do grupo governista no estado, reforçando que toda eleição tem essa dificuldade.

Deputado federal Daniel Almeida. Foto: João Tramm | Aratu On

Segundo ele, a saída de Coronel da base governista de Jerônimo Rodrigues (PT), faz parte do processo eleitoral e não devem provocar desequilíbrio na correlação de forças do grupo político que sustenta o governo no estado.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em Salvador, nesta sexta-feira (6), com foco em ações na área da saúde. Lula cumpre agenda na Bahia com entregas de ambulâncias e anúncios no Hospital Irmã Dulce.

Saída de Coronel: "Toda eleição tem essa dificuldade"

Em entrevista, Daniel destacou que o esforço da base aliada é sempre no sentido de manter o grupo unido e fortalecido, mas reconheceu que rupturas já ocorreram em outros momentos da política baiana. Segundo ele, a eventual saída de Coronel é considerada indesejável, mas não chega a surpreender.

“O objetivo é sempre manter o grupo unido e cada vez mais forte. Essa possibilidade de saída do Coronel é, obviamente, indesejável. Nós não trabalhamos por isso, não queremos isso, não desejamos isso”, afirmou o parlamentar.

O deputado relembrou episódios anteriores em que partidos e lideranças deixaram a base governista e, posteriormente, retornaram ou não conseguiram alcançar os resultados esperados fora do grupo.

Entre os citados estão, Marcelo Nilo, ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). Além de ter mencionado o movimento do MDB em eleições passadas, que já retornou ao grupo governista e, também, do movimento envolvendo o ex-vice-governador, João Leão, que levou o PP para a oposição em 2022. Apesar disso, os deputados estaduais do grupo retornaram para base do petista na ALBA.

“Em todos esses casos, a expectativa era de que haveria mais espaço do outro lado, mas o terreno se mostrou árido e não produziu resultados positivos”, avaliou.

Daniel Almeida disse acreditar que uma eventual mudança de posição do senador não deve provocar impacto significativo no equilíbrio político atual.

 

 

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