Escultora e neta de artista: saiba quem é Rebeca, filha mais velha de Bell Marques

Bell também é pai da artista plástica Rebeca Teixeira, hoje com 44 anos

Por Da redação.

A gravidez da influenciadora Patrícia Guerra, casada com Rafa Marques, filho de Bell Marques, revisitou uma curiosidade pouco conhecida — ou já esquecida — sobre a família do artista. O bebê que está a caminho não será o primeiro neto do ex-líder do Chiclete com Banana, mas o terceiro.

Além dos filhos Rafa Marques, nascido em 1987, e Pipo Marques, de 1994 — ambos músicos e parceiros de carreira desde 2011 —, Bell também é pai da artista plástica Rebeca Teixeira, hoje com 44 anos, que vive fora dos holofotes. Você sabe quem é ela?

Bell também é pai da artista plástica Rebeca Teixeira, hoje com 44 anos. | Foto: Redes Sociais

Rebeca nasceu em 1979, fruto de um relacionamento anterior ao casamento de Bell com Ana Marques, oficializado em 1981. A paternidade, no entanto, só foi descoberta e reconhecida oficialmente em 2003, quando Rebeca já tinha 24 anos.

Na época, Bell Marques também descobriu que era avô, já que Rebeca já era mãe de duas meninas: Íris e Elis.

Rebeca nasceu em 1979, fruto de um relacionamento anterior ao casamento de Bell com Ana Marques. | Foto: Redes Sociais

Neta de artista

E as curiosidades sobre Rebeca não param por aí: a veia artística da filha de Bell vem do avô materno, o artista plástico autodidata maranhense Floriano Teixeira, conhecido pela atuação destacada como pintor, desenhista, miniaturista, capista, retratista, gravador e escultor.

Ainda jovem, o avô de Rebeca recebeu o primeiro prêmio com a obra Bêbados. Floriano conquistou reconhecimento nacional e internacional e manteve uma produção artística constante. A primeira exposição dele na Bahia aconteceu no Museu do Unhão, com ampla repercussão.

A veia artística da filha de Bell vem do avô materno, o artista plástico autodidata maranhense Floriano Teixeira. | Foto: Redes Sociais

Inicialmente cedido temporariamente à Universidade Federal da Bahia, acabou sendo transferido de forma definitiva para o estado, após articulação de nomes como Jorge Amado, Carybé e do reitor Miguel Calmon.

Em 1969, passou a morar em Salvador, onde continuou contribuindo para a cena artística local até a morte, em 2000.

Obra de Rebeca Teixeira. | Foto: Redes Sociais

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