Salvador ganha 296 unidades do Minha Casa, Minha Vida; confira quem pode financiar
Salvador receberá 296 moradias populares pelo programa Minha Casa, Minha Vida para famílias de baixa renda da capital
Por Laraelen Oliveira.
O Governo da Bahia aprovou, nesta quarta-feira (1), o resultado final do Chamamento Público n° 001/2026. O processo confirma a empresa que será responsável pela construção das 296 novas moradias ofertadas pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Os imóveis serão destinados a famílias de baixa renda de Salvador.
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As novas moradias serão construídas pelo Consórcio Pituaçu, formado pelas empresas Lina Diniz Construções Ltda. e Alcance Engenharia e Construções Ltda. De acordo com informações do Diário Oficial do Estado (DOE), o grupo foi escolhido por atender integralmente aos requisitos técnicos e de habilitação previstos no edital.
As moradias serão financiadas com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), um dos principais mecanismos de financiamento do programa federal.
Saiba quais famílias podem ser beneficiadas pelo programa Minha Casa, Minha Vida
Os 296 imóveis irão para famílias enquadradas na Faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, modalidade voltada à população de baixa renda.
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Para conseguir realizar o financiamento, é preciso estar dentro de algumas exigências do programa, como:
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Renda familiar bruta mensal de até R$ 3.200;
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Beneficiários do Bolsa Família ou do BPC: famílias que recebem o Bolsa Família ou o Benefício de Prestação Continuada (BPC) têm isenção total das prestações e recebem o imóvel quitado;
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Cálculo da renda: valores recebidos por meio de benefícios assistenciais ou previdenciários, como o Bolsa Família e o BPC, não entram no cálculo do limite de renda de R$ 3,2 mil;
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Restrições: o interessado não pode ter outro imóvel em seu nome nem ter sido beneficiado anteriormente por programas habitacionais.
Minha Casa, Minha Vida amplia acesso ao financiamento com novas faixas de renda
A Caixa Econômica Federal passou a operar as novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida. As mudanças, aprovadas pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e regulamentadas pelo Ministério das Cidades, ampliam o acesso ao financiamento habitacional por meio da atualização dos limites de renda familiar e dos valores máximos dos imóveis financiáveis.
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Entre as principais alterações está o reajuste dos tetos de renda em todas as faixas do programa. Na Faixa 1, o limite de renda mensal passou de R$ 2.850 para R$ 3.200. Na Faixa 2, o valor foi elevado de R$ 4.700 para R$ 5.000. Já a Faixa 3 teve o teto ampliado de R$ 8.600 para R$ 9.600, enquanto a Faixa 4 passou de R$ 12 mil para R$ 13 mil.
Com as novas regras, o programa passa a atender famílias com renda mensal de até R$ 13 mil, ampliando o número de pessoas aptas a contratar financiamento habitacional. Segundo o governo federal, a expectativa é beneficiar aproximadamente 87,5 mil famílias em todo o país.
Além de ampliar o público atendido, as mudanças podem reduzir os custos do financiamento para parte dos beneficiários. Isso porque famílias que passarem a se enquadrar em faixas com condições mais vantajosas poderão ter acesso a taxas de juros menores, facilitando a compra da casa própria.
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