Como nasce o medo de se expressar? Você pode mudar isso
Nem sempre o medo de se expressar é reconhecido como medo. Às vezes, ele aparece disfarçado de timidez, de “não quero incomodar”, de “tanto faz”. Mas por trás dessa aparente neutralidade, existe uma história.
Muitas pessoas cresceram aprendendo que sentir demais era errado. Que demonstrar emoção era fraqueza. Que ter opinião demais poderia afastar, decepcionar ou desagradar. E esse tipo de aprendizado, mesmo quando sutil, vai criando raízes silenciosas. Não se trata de falta de opinião, nem de sensibilidade — mas sim de falta de permissão interna. Um bloqueio que nasce devagar, mas se espalha em silêncio.
O medo de se expressar não é covardia. É reflexo de uma ausência: ausência de escuta, de validação, de espaços seguros para existir por inteiro. É um trauma relacional, que aos poucos vai calando a espontaneidade e afetando a forma de se colocar no mundo.
A boa notícia é que isso pode mudar. O primeiro passo não é se forçar a falar — é parar de se julgar por se calar. E começar a se acolher. Criar novas experiências. Ensaiar pequenas falas em ambientes onde sua voz não seja punida, mas recebida com respeito.
A liberdade de se expressar nasce da confiança. E a confiança se constrói: com tempo, com prática e com paciência. Aos poucos, a sua voz volta. Não como um grito — mas como um reencontro com a sua verdade.
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E não se esqueça: o que você sente, pensa e quer importam.
Decida se expressar. Até a próxima!
*Este material não reflete, necessariamente, a opinião do Aratu On
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