Fuga de empresas, risco institucional e liderança produtiva: uma análise sobre o custo da instabilidade no Brasil
Na coluna desta semana, Paulo Cavalcanti analisa o movimento crescente de empresas que deixam o país, entram em recuperação judicial ou reduzem investimentos produtivos — um fenômeno que, segundo ele, não pode ser explicado apenas pela carga tributária.
No vídeo, Paulo aponta fatores estruturais que afetam diretamente o ambiente de negócios: insegurança jurídica, instabilidade regulatória e baixa previsibilidade institucional. Esses elementos, afirma, elevam o risco-país, aumentam o custo do capital e impactam o valor de mercado das empresas, criando um ciclo de perda de competitividade.
A reflexão vai além do diagnóstico econômico. Paulo relaciona a deterioração institucional à condução política e provoca o setor produtivo a repensar sua postura diante desse cenário. Em vez de reagir apenas com evasão de capital, ele defende o fortalecimento da organização empresarial, da qualificação de lideranças e da atuação institucional estratégica.
O argumento central é pragmático: investir em consciência cidadã, profissionalização e articulação da classe produtiva custa menos do que absorver os prejuízos recorrentes provocados por crises políticas. Para Paulo, não se trata de ideologia, mas de gestão de risco, planejamento de longo prazo e responsabilidade institucional.
A mensagem final é direta: melhorar o ambiente de negócios exige mais do que ajustes fiscais. Passa pela maturidade cívica de quem produz riqueza e pela construção coletiva de um país mais previsível para investir.
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