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27/05/2024 18h20 | Atualizado em 27/05/2024 18h20

Professores da rede estadual de Salvador mantém paralisação entre segunda e terça-feira

Paralisação se deve a entraves no acordo do reajuste salarial proposto pelo governador Jerônimo Rodrigues

Professores da rede estadual de Salvador mantém paralisação entre segunda e terça-feira Foto:

Reproduçaõ:redes sociais

Laís Machado

Na última sexta-feira (24/5), a categoria dos professores da rede estadual da Bahia decretou uma nova paralisação nas atividades, devido a entraves no acordo do reajuste salarial proposto pelo governador do estado, Jerônimo Rodrigues.

A paralisação teve início nesta segunda-feira (27/5) e segue até terça (28/5). O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB) protestou em frente à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, nesta segunda (27/5).

Outra manifestação está marcada para esta terça para acompanhar a votação do reajuste salarial.

Segundo informações concedidas ao portal Bahia Notícias pela diretora da APLB, Elza Melo, a paralisação ocorreu devido ao reajuste salarial proposto pelo governador Jerônimo Rodrigues, que apresentou uma proposta de 4,69%. Os profissionais pedem um reajuste a partir de 10%.

A categoria também crítica o reajuste fracionado proposto pelo governo, com aumento de 5,69% dividido em três vezes para o magistério e 4% para os demais servidores.

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Foto: Reprodução/ redes sociais

Demais categorias estarão presentes na manifestação, como a saúde, o judiciário e a Polícia Civil.

De acordo com a Secretaria da Educação Bahia (SEC), o canal de dialogo está aberto com a representação dos professores. Ainda segundo nota da SEC, o governo do estado vem atendendo as demandas da categoria, incluindo o pagamento dos precatórios, a regulamentação do pagamento do Abono Extraordinário e nomeação de professores e coordenadores pedagógicos para o quadro efetivo do magistério.

“A Secretaria da Educação do Estado entende que o direito à livre manifestação faz parte do processo democrático, assim como o compromisso de garantir o pleno funcionamento das instituições públicas para o bem geral da sociedade, o funcionamento regular das atividades pedagógicas na rede estadual de ensino e o cumprimento dos 200 dias letivos previstos em Lei”, afirmou a SEC.

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