'Gravíssima a tentativa de mobilizar milhões de pessoas', aponta Justiça sobre família de Deolane

Daniele Bezerra desmentiu as acusações de financiamento dos protestos

Por Da Redação.

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A mobilização de fãs da advogada e influenciadora Deolane Bezerra, de 36 anos, em frente às unidades prisionais em que ela está detida tem chamado a atenção das autoridades. Recentemente, o grupo se concentrou na porta da Colônia Penal Feminina de Recife, e agora se deslocou para Buíque, a cerca de 300 km da capital pernambucana.

O desembargador Eduardo Guilliod Maranhão, um dos responsáveis pelo caso, explicou a negativa de um novo habeas corpus para Deolane Bezerra, afirmando que a advogada teria afrontado a Justiça. Maranhão também relatou que a presença de fãs em frente à prisão está sendo financiada pelas irmãs da influencer, Dayanne e Daniele Bezerra.

“Vejo, especialmente, como gravíssima a tentativa de mobilizar milhões de pessoas contra uma investigação policial em curso, que procura apurar condutas que podem estar na base de crimes de gigantesca monta contra o Estado e a sociedade”, afirmou o desembargador.

Maranhão acrescentou que, mesmo após a transferência da influencer para Buíque, a situação se repete. “O financiamento de manifestantes, por iniciativa de familiares da paciente [Deolane], para se aglomerarem diante da Colônia Penal Feminina do Recife (Bom Pastor) e realizarem protesto, demonstra a total inconveniência da permanência da paciente em suas instalações, justificando o seu encarceramento em Buíque”, completou.

Em resposta, Daniele Bezerra desmentiu as acusações de financiamento dos protestos. Segundo Daniele, Dayanne Bezerra entregou R$ 300 a uma mulher que dizia estar com fome. “Foi apenas uma situação”, declarou Daniele em mensagem para o jornalista Leo Dias.

“Não fizemos isso. Houve apenas uma situação que uma moça disse que estava lá há quatro dias e com muita fome, queria ir embora e não tinha como comer”, justificou Daniele. Ela destacou ainda que a ajuda financeira foi oferecida como um ato de humanidade.

“Por questão de humanidade e de uma única pessoa que se dizia morrendo de fome, a Dayanne deu R$ 300 reais para ela comer e ir embora! Nós sequer chegamos a ir para a nova penitenciária onde Deolane está, e já há diversas pessoas lá”, concluiu.

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