Investigado por homicídios em Eunápolis morre em confronto com a Polícia Civil
De acordo com informações da Polícia Civil da Bahia, Rhanderson era um dos principais responsáveis pela escalada da violência em Eunápolis nas últimas semanas
Por Da redação.
Um homem identificado como Rhanderson Profeta Rodrigues, de 24 anos, morreu na manhã desta quarta-feira, 29, durante uma operação da Polícia Civil, no bairro Santa Lúcia, na cidade de Eunápolis, na Bahia. De acordo com informações da Polícia Civil da Bahia, Rhanderson era um dos principais responsáveis pela escalada da violência em Eunápolis nas últimas semanas.

Conforme apuração do Aratu ON, durante o cumprimento dos mandados, Rhanderson Profeta Rodrigues, de 24 anos, morreu após, segundo a polícia, reagir à abordagem e trocar tiros com os investigadores. A companheira dele, Maria Eduarda Evangelista dos Reis, foi presa em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas.
Investigação do envolvimento do casal nos últimos homícidios em Eunápolis
De acordo com a Polícia Civil, o casal era investigado pelas mortes de Roniel de Jesus Brito, de 23 anos, assassinado em 19 de julho, no bairro Urbis III, e de Kauan Cássio Cordeiro, de 20 anos, executado no bairro Santa Lúcia.
Ainda conforme informações da PC, Maria Eduarda conduzia a motocicleta utilizada nas ações criminosas, enquanto Rhanderson descia do veículo e efetuava os disparos contra as vítimas. Depois, os dois deixavam o local na mesma moto. Esse mesmo padrão foi repetido nos dois homicídios investigados.

Material apreendido
Durante a operação, a Polícia Civil apreendeu uma pistola calibre 9 milímetros. A suspeita é de que a arma tenha sido utilizada nos dois assassinatos.
O armamento será submetido à microcomparação balística, exame pericial que permitirá verificar se os projéteis recolhidos nas cenas dos crimes foram disparados pela arma apreendida na operação.

As investigações também apontam que Rhanderson integrava uma facção criminosa e executava homicídios por determinação de outro integrante do grupo. Os crimes eram ordenados por Pedro Brito, conhecido como PBL, integrante do Baralho do Crime da Secretaria da Segurança Pública da Bahia. A Polícia Civil continua investigando a participação de outros envolvidos.
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