Ataque em escola deixa duas funcionárias mortas e alunos feridos no Acre
Adolescente de 13 anos é apontado como autor dos disparos em ataque a escola
Um ataque a tiros dentro de uma escola deixou duas funcionárias mortas e quatro pessoas feridas na manhã desta terça-feira (5), em Rio Branco, capital do Acre. O crime ocorreu no Instituto São José, e de acordo com a Polícia Militar, o autor dos disparos é um adolescente de 13 anos.

A arma utilizada no ataque pertenceria ao padrasto do jovem, que foi detido. Após a ação, o adolescente se entregou em um quartel da corporação nas proximidades da unidade de ensino.
As funcionárias mortas foram identificadas como Raquel e Alzenir. Informações iniciais apontam que elas tentaram impedir o ataque. Além delas, outras quatro pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para atendimento médico. Segundo a polícia, nenhuma das vítimas corre risco de morte.
Durante o ataque, alunos entraram em desespero e houve correria dentro da escola. A motivação do crime ainda é investigada, mas há suspeita de que o adolescente tenha agido após sofrer episódios de bullying.
Outros casos
Adolescentes são apreendidos após tentativa de homicídio em escola na Bahia
Uma mulher foi presa e dois adolescentes foram apreendidos suspeitos de envolvimento em uma tentativa de homicídio registrada após uma briga em uma escola municipal no bairro São Benedito, em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo baiano.
O caso ocorreu no dia anterior, depois de um desentendimento dentro da unidade de ensino. De acordo com as investigações, um grupo de adolescentes aguardou a saída de um estudante, de 16 anos, e iniciou uma série de agressões com pedras, garrafas e outros objetos contundentes.
Durante o ataque, um dos adolescentes investigados desferiu um golpe de faca nas costas da vítima, atingindo uma região vital. O jovem foi socorrido em estado grave e encaminhado para atendimento médico.
Segundo a Delegacia Territorial de Santo Antônio de Jesus, o segundo adolescente apreendido também participou das agressões e teria ajudado a imobilizar a vítima no momento do golpe.
As apurações apontam ainda a participação da mãe de um dos envolvidos, que teria ido até o local, agredido a vítima e perseguido outros estudantes, contribuindo para a intensificação da violência.

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