Antes de matar dono de oficina, criminosos fizeram outro ataque em Feira
Além do ataque que terminou com a morte do dono de oficina, outra pessoa foi baleada e segue internada
O grupo criminoso responsável pelo ataque a tiros que matou o dono de uma oficina mecânica, Norberto Ítalo Santiago Berni, de 36 anos, também é suspeito de participar de outro atentado ocorrido horas antes, em Feira de Santana. Os ataques ocorreram entre a noite de segunda-feira (25) e a madrugada desta terça (26).

Segundo informações iniciais, os ataques teriam relação com a morte de Jeferson Rosário Fernandes, de 34 anos, ocorrida no último domingo (24). A vítima teria ligação com a facção Bonde do Maluco (BDM) e teria sido executada por integrantes do Comando Vermelho (CV).
O primeiro ataque aconteceu no bairro Feira X e foi registrado por câmeras de segurança. As imagens mostram dois homens e uma mulher, identificada como Larissa, participando da ação criminosa.
Durante o atentado, uma pessoa foi baleada e socorrida para o Hospital Geral Clériston Andrade. Até o momento, não há informações sobre o estado de saúde da vítima.
Veja:
Ainda nas gravações, é possível ver o momento em que um motociclista passa pela rua durante os disparos. Ele chega a ser interceptado pelos suspeitos, mas consegue fugir.
Morte de mecânico
Horas depois, os criminosos invadiram um condomínio fechado no bairro Parque Ypê, onde mataram o mecânico Norberto Ítalo Santiago Berni. Apesar de o residencial possuir controle de acesso, isso não impediu a entrada do grupo armado.
Segundo informações preliminares, não há indícios de envolvimento da vítima com atividades criminosas.

Ainda de acordo com relatos iniciais, os suspeitos invadiram a residência e executaram o mecânico enquanto ele estava deitado no sofá. A companheira dele e as filhas estavam em um quarto ao lado da sala e presenciaram a ação criminosa.
A Polícia Civil informou que o caso é investigado pela Delegacia de Homicídios (DH) de Feira de Santana. Guias para remoção do corpo e realização de perícia foram expedidas. Diligências e oitivas seguem em andamento para esclarecer a motivação e identificar os envolvidos nos crimes.
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