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Efeitos do coronavírus entre a população idosa é foco de pesquisas científicas no Brasil

Efeitos do coronavírus entre a população idosa é foco de pesquisas científicas no Brasil

Por Da redação.

Efeitos do coronavírus entre a população idosa é foco de pesquisas científicas no Brasil ilustrativa/divulgação/Agência Educa Mais Brasil

Entre as inúmeras pesquisas sendo desenvolvidas para entender e combater o novo coronavírus, estão as que investigam as consequências na saúde da população idosa. Vinculadas aos Programa de Combate a Epidemias da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), algumas delas podem dar respostas às diversas perguntas no âmbito do vírus.

A fisioterapeuta Gabriele Keller, bolsista de doutorado da Capes, por exemplo, tem como foco em sua pesquisa os idosos domiciliados no campo, analisando os reflexos do isolamento na saúde física e psíquica na zona rural. Keller também investiga nessa população os sintomas para síndromes respiratórias, adesão às recomendações de isolamento social e o acesso às informações como aos serviços de teletriagem e telemedicina. 

Já a pesquisa da biomédica Luiza Lemos avalia as características clínicas e epidemiológicas de pacientes e a correlação entre o perfil de marcadores sanguíneos com o agravamento da doença causada pelo novo coronavírus. 

Além destas, a preocupação em desenvolver aparatos técnicos capazes de promover proteção dos profissionais de saúde também é foco de pesquisas. Exemplo é o que está sendo feito pela farmacêutica Meliza Oliveira, bolsista de mestrado pela Capes, ela pretende desenvolver equipamentos de proteção nanotecnológicos para a proteção de profissionais da área de saúde e do comércio. Dentre as possibilidades estão escudo facial e tecidos têxteis para uniformes com características antiviral e antibacteriana, para melhorar a proteção dos profissionais e diminuir as chances de contágio.

APOIO A PESQUISAS NO BRASIL

O Programa Estratégico Emergencial de Combate a Surtos, Endemias, Epidemias e Pandemias, cuja inscrição para novos projetos encerra-se amanhã (30/4), oferece 900 bolsas de doutorado e pós-doutorado para as áreas de Epidemiologia, Infectologia, Microbiologia, Imunologia, Bioengenharia e Bioinformática. 

O programa tem como objetivo apoiar projetos de pesquisa e formação de recursos humanos altamente qualificados, no âmbito dos Programas de Pós-Graduação stricto sensu, voltados ao enfrentamento da Covid-19 e em temas relacionados a endemias e epidemias típicas do País.

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