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Após audiência pública, Manuel Rocha defende “maior rigor” na importação de cacau africano para a Bahia

Deputado afirmou que a Comissão de Agricultura da AL-BA vai acompanhar de perto a chegada das amêndoas ao estado

Por Da redação.

O deputado estadual Manuel Rocha (União Brasil) defendeu nesta terça-feira (21/3), durante audiência pública realizada na Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), que haja maior rigor na importação do cacau africano para a Bahia. O parlamentar ressaltou que o colegiado, do qual é presidente, vai acompanhar de perto a chegada das amêndoas vindas do continente africano para o estado, com o objetivo de adotar medidas para impedir a vinda de pragas e doenças que prejudiquem a cultura cacaueira da Bahia, que é o maior produtor nacional de cacau. A audiência pública teve como objetivo discutir a chegada do cacau africano e os riscos alertados por produtores da disseminação de pragas e doenças, como a estriga e a Phytophthora megakarya, que estão presentes no continente africano. Participaram do evento representantes de produtores, da indústria do cacau, da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) e do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), além de deputados estaduais, que fizeram contribuições ao longo do debate. Representantes dos produtores manifestaram preocupação com a possível contaminação da lavoura da Bahia e alertaram para o risco de chegada de amêndoas contaminadas. Por outro lado, integrantes da indústria ressaltaram que a importação do cacau africano, em sua maioria da Costa do Marfim, segue um rigoroso processo de análise de risco de praga e que, até hoje, não foi registrada nenhuma ocorrência. Manuel Rocha ressaltou que a Comissão de Agricultura vai continuar acompanhando o caso. “Tanto produtores como a indústria pertencem ao mesmo ciclo, sabemos que um complementa o outro. No caso da nossa pauta, ambos dependem de uma lavoura cacaueira fortalecida, o que vai potencializar a geração de emprego e renda. Precisamos cada vez mais fortalecer a produção do cacau baiano, com investimentos, linhas de crédito, de forma que a produtividade seja ampliada”, afirmou. “Nós precisamos ter maior rigor na importação dessas amêndoas, e a Comissão de Agricultura vai acompanhar, vai se fazer presente no Porto de Ilhéus (onde desembarca o cacau africano), de forma que possamos adotar medidas para impedir a chegada de pragas e doenças. A vassoura de bruxa já trouxe prejuízos incontáveis. Por isso, o que precisamos é garantir a segurança e aumentar a produtividade da nossa produção”, complementou Rocha. Acompanhe nossas transmissões ao vivo no www.aratuon.com.br/aovivo. Siga a gente no Insta, Facebook e Twitter. Quer mandar uma denúncia ou sugestão de pauta, mande WhatsApp para (71) 99940 – 7440. Nos insira nos seus grupos!

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