A repercussão do encontro do Papa Francisco com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta última quinta-feira (13/2), em audiência no Vaticano, que mais uma vez dividiu as redes sociais entre apoiadores e críticos, também reverberou no Palácio do Planalto, na ala militar do governo.

Em post publicado na manhã desta sexta-feira (14/2), o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, ironizou o encontro dos dois, dizendo que foi um ato de solidariedade a malfeitores, "tão a gosto dos esquerdistas".

"Parabéns ao Papa Francisco pelo gesto de compaixão. Ele recebeu Lula, no Vaticano. Confraternizar com um criminoso, condenado, em 2ª instância, a mais de 29 anos de prisão, não chega a ser comovente, mas é um exemplo de solidariedade a malfeitores, tão a gosto dos esquerdistas", escreveu o ministro no post.

Em menos de uma hora, a postagem já tinha mais de mil retuítes e 6 mil curtidas, a maioria, de simpatizantes do governo Bolsonaro, parabenizando o general Heleno pela mensagem recheada de sutil ironia, e criticando também a postura do sumo pontífice. Alguns seguidores classificaram Francisco de "comunista e militante político de esquerda". Em contrapartida, os correligionários de Lula postaram mensagens de apoio, dizendo que "depois da bênção" que o petista recebeu do Papa Francisco, ele voltará mais revigorado para continuar sua luta no Brasil.

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