ZONA DE GUERRA: A madrugada que Irecê virou Iraque
ZONA DE GUERRA: A madrugada que Irecê virou Iraque
Por Da redação.
Bagdá, Cabul ou Teerã seriam as opções assinaladas por um leitor desavisado diante da imagem que ilustra esta postagem. Todas as três são tiros n’água. O palco dos escombros é Irecê (a 480 km da capital, Salvador). A terra do feijão, como é conhecida, viveu dias de destruição na madrugada desta segunda-feira (20/3). Um grupo de homens fortemente armados atacou as agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal na Avenida Caraíbas.
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Além do dinheiro levado, as explosões deixaram marcas nos prédios e escombros espalhados nas ruas. As pessoas ficaram assustadas e se esconderam em suas casas. Quando a polícia chegou no local os bandidos já haviam fugido. Ataques a cidades do interior do estado são uma constante nos últimos três anos. O estrago provocado é sempre incalculável e deixa sequelas irreversíveis nos moradores de cidades — antes — pacatas.


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