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RESPOSTA: Suspeitos de assassinar professores na Bahia são encontrados seis meses após o crime

RESPOSTA: Suspeitos de assassinar professores na Bahia são encontrados seis meses após o crime

Por Da redação.

RESPOSTA: Suspeitos de assassinar professores na Bahia são encontrados seis meses após o crimeFoto: Santaluz Notícias

A Justiça já decretou a prisão preventiva de Gleice da Costa Anjos, 19 anos, e a internação de um adolescente encontrados pela Polícia Militar na manhã de quinta-feira (8/12) no município de Santaluz, a 260 km de Salvador. A dupla é suspeita de assassinar os professores Edivaldo Silva de Oliveira, de 32 anos e Jeovan Bandeira.

O crime aconteceu no dia 10 de junho deste ano. Na oportunidade, equipes da Polícia Militar e da Guarda Municipal foram acionadas por causa de um suposto acidente envolvendo o carro. Quando as chamas foram controladas, os agentes encontraram dois corpos no porta-malas do veículo que estava com as rodas viradas para cima.

Gleice e seu comparsa foram localizados após uma operação envolvendo policiais do 16º Batalhão (BPM/Serrinha) e da delegacia da cidade. Um dos militares disse ao Aratu Online que, após a ação, a população local ficou na porta da cadeia e tentaram linchar a dupla. A principal suspeita é que o crime tenha sido roubou seguido de morte.

O corpo de Jeovan ainda não foi identificado deste a data do crime, mas familiares acreditam ser o dele pois o professor está desaparecido desde o dia do acontecimento.

Comoção

Três dias depois do crime, familiares e amigos dos homens fizeram uma passeata pela cidade para cobrar celeridade nas investigações. Moradores do município disseram à polícia que os dois professores eram homossexuais, mas a polícia praticamente descartou a possibilidade de homofobia após as prisões desta quinta-feira.

?O sentimento é de dor e revolta, porque tanto o meu irmão quanto Jeovan eram pessoas boas e que procuravam viver a vida deles sempre trabalhando e tendo seus momentos de diversão, como qualquer pessoa, independentemente das suas escolhas pessoais. A gente procura e não encontra um motivo que levasse alguém a cometer uma crueldade como essa que fizeram com eles?, disse o irmão de Edivaldo na oportunidade.

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Familiares e amigos dos professores fazendo uma caminhada pela cidade. Foto: Santaluz Notícias

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