Por falta de remédio para doença de perigo máximo, familiares protestam em frente a Hospital Público
Por falta de remédio para doença de perigo máximo, familiares protestam em frente a Hospital Público
Por Da redação.
A fibrose cística é hereditária e não tem cura. São 450 portadores da doença Bahia. A enfermidade afeta principalmente os pulmões e o sistema digestivo. O paciente não consegue eliminar as secreções (catarro, muco) e isso afeta os pulmões.
Acumulado nos brônquios, o muco dificulta a passagem do ar e facilita a entrada e a permanência de bactérias, o que pode levar a várias lesões.
Cristiano Araújo, presidente do núcleo de fibrose cística, revela que falta de medicamento há 3 meses no Hospital Otavio Mangabeira. O medicamento custa R$ 8 mil e é caro para as família custarem sozinhas. Por conta disso, neste ano, uma adolescente de 16 anos não resistiu e morreu. Outros três pacientes estão internados em estado grave.
Por conta disso, pais e familiares de pessoas portadoras da fibrose cística organizaram um protesto em frente ao Octávio Mangabeira para exigir a doação dos remédios. A Secretaria de Saúde do Estado ainda não deu um posicionamento.
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