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MOBILIDADE: Protesto deixa trânsito intenso na AV. ACM na manhã desta terça

MOBILIDADE: Protesto deixa trânsito intenso na AV. ACM na manhã desta terça

Por Da redação.

MOBILIDADE: Protesto deixa trânsito intenso na AV. ACM na manhã desta terçareprodução / Twitter Transalvador

O motorista que trafega pela Av.ACM (sentido AV.Bonocô / Av.Tancredo Neves) precisa redobrar a atenção e ter bastante paciência na manhã desta terça-feira (2/1). Segundo a Superintendência de Trânsito  de Salvador, cerca de 200 pessoas fazem um protesto na região. Por conta disso, o trânsito no local está bastante intenso e, consequentemente, há um grande congestionamento.

Em nota encaminhada ao Aratu Online, o Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações ? Sinttel Bahia explica que “os empregados da Tel Centro de Contatos Ltda que atendem ao serviço 135 do Instituto Nacional da Seguridade Social – INSS, no site Iguatemi, iniciaram na manhã de hoje, uma greve por tempo indeterminado. A paralisação é motivada pela alteração de contrato imposta pela empresa que reduz a carga horária laboral de 180h para 150h, e os rendimentos para menos de um salário mínimo”.

O texto explica ainda que “após diversas reuniões entre a Tel e o Sindicato, inclusive com duas mediações no Ministério Público do Trabalho – MPT, não se chegou a um entendimento sobre o assunto”.

Já o dirigente sindical Gildomar Santana afirma que ” a empresa quer impor a redução de carga horária com redução de salários, o que trará grandes prejuízos financeiros e previdenciários para os trabalhadores, e isso o Sindicato e os trabalhadores não podem aceitar”.

Na audiência realizada no dia 19 de dezembro no MPT, o Sinttel apresentou três propostas à empresa: a primeira propunha a redução da carga horária com a manutenção do valor do salário nominal nos moldes atuais, ou seja, em um salário mínimo; na segunda haveria a redução da jornada e dos salários, mas seria pago um abono no valor de R$ 2 mil para os trabalhadores que aceitassem o acordo; e na terceira se manteria a jornada e os salários nos moldes atuais (180h = um salário mínimo) sendo a questão rediscutida durante a negociação do acordo coletivo 2018, mas a empresa recusou todas as propostas sugeridas pela entidade sindical sem oferecer uma contraproposta.

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