LAVAGEM DE DINHEIRO: Polícia bloqueia bens de ?Marreno?, líder de facção morto em confronto
LAVAGEM DE DINHEIRO: Polícia bloqueia bens de ?Marreno?, líder de facção morto em confronto
Por Da redação.
Um imóvel avaliado em R$ 3 milhões, na cidade de Maceió, carro, joias, dinheiro (em contas bancárias e espécie) encontrados em endereços nos municípios baianos de Eunápolis e Porto Seguro, do traficante e homicida Marcelo Batista dos Santos, o ‘Marreno’, foram sequestrados nesta terça-feira (26/9), durante a operação conjunta Última Estação, promovida pela Força-Tarefa da Secretaria da Segurança Pública com a Polícia federal. Ele era o líder da facção conhecida como Bonde do Maluco.
O criminoso, que morreu em confronto no dia 9 de agosto deste ano, utilizava um documento falso com o nome de Mário Batista dos Santos. Através dessa nova identidade, segundo investigações, ele lavava dinheiro adquirido com a venda de drogas da facção criminosa que liderava.

Foto: Divulgação SSP-BA
?Em conjunto com a Polícia Federal aprofundamos as investigações em torno deste criminoso. Obviamente ele estava lavando o dinheiro sujo da venda de drogas e, aos poucos, vamos chegando em todos os bens?, comentou o coordenador da Força Tarefa da SSP, major Marcelo Barreto.

Foto: Divulgação SSP-BA
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Ele acrescentou que algumas contas bancárias foram bloqueadas, o que deve impactar na movimentação do tráfico, tanto na parte da compra de entorpecentes, armas, entre outros materiais.
MORTE

Foto: Divulgação Polícia Civil
Marcelo Batista dos Santos liderava uma quadrilha de tráfico de drogas que atua em toda a Bahia. Ele e seu comparsa, Anselmo Nascimento Sena, morreram após troca de tiros com policias na Via Parafuso, Linha Verde.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), ?Marreno? estava morando em uma cidade do interior de Alagoas e dando as ordens via telefone (ligações e redes sociais). Com passagem por assalto a banco e tráfico de drogas, era ele também que fazia contato com custodiados no sistema prisional e determinava o assassinato de rivais.
?Ele estava usando um documento falso de identidade com o nome de Mário Batista dos Santos. Isso nos fez perder um pouco de tempo para localizá-lo?, contou à época o coordenador da Força-Tarefa, major Marcelo Barreto.
Após a sua morte, ônibus foram queimados em Salvador e municípios da Região Metropolitana de Salvador. Além disso, toque de recolher foi imposto em bairros da capital baiana e algumas cidade do interiro do estado.
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Publicado originalmente às 16h11*
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