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Dono de fábrica clandestina de álcool em gel é preso pela polícia; ele estava foragido desde março

Dono de fábrica clandestina de álcool em gel é preso pela polícia; ele estava foragido desde março

Por Da redação.

Dono de fábrica clandestina de álcool em gel é preso pela polícia; ele estava foragido desde marçodivulgação/SSP-BA

O dono de uma fábrica clandestina de álcool em gel foi preso, na manhã desta quinta-feira (10/12), no município de Cruz das Almas ( a 170km de Salvador). O homem possuía um mandado de prisão em aberto desde março, quando a fábrica fechada pela polícia.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o foragido foi identificado pela polícia em uma praça de pedágio, na BA-526, durante uma blitz. “Após consulta do nome, verificamos o mandado de prisão e encaminhamos o foragido para a Central de Flagrantes”, disse o  subcomandante do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual, major Fábio Dias.

O suspeito, que não teve a identidade divulgada, havia conseguido fugir em março deste ano,  quando a fábrica clandestina, que produzia álcool com perfumes e gel de cabelo, foi desarticulada pela polícia. Na ocasião, 16 pessoas estavam produzindo os itens de maneira precária e sem nenhuma autorização dos órgãos competentes.

No galpão do estabelecimento ilegal foram encontradas ainda máquinas como envasadora, misturador, milhares de embalagens com rótulo de álcool em gel a 70%, 11 tonéis com insumos, sete galões de propileno glicol, centenas de caixas para embalar, 15 caixas com o produto já pronto para venda, embalagens vazias de gel de cabelo e frascos de perfumes que também eram falsificados no local. 

“Ele gravou um vídeo em novembro, ostentando em uma lancha e debochando da Justiça e da polícia. Agora, conseguirmos cumprir o mandado e dar uma resposta a sociedade”, revelou o delegado titular da Delegacia Territorial de Cruz das Almas, Cristóvão Éder.

Ainda segundo o delegado, o laudo do Departamento de Polícia Técnica (DPT) confirmou que os produtos encontrados na fábrica eram falsos. “Ele responderá por falsificação de produto saneante, com pena entre 10 e 15 anos”, finalizou. 

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