Siga o Aratu ON no GoogleE veja as notícias do Brasil e da Bahia com destaque nas suas buscas.
Adicionar

AL-BA promove roda de conversa sobre combate ao racismo

O evento acontecerá no Auditório Jornalista Jorge Calmon, a partir das 9h30, na próxima terça-feira (30/4), na AL-BA

Por Matheus Caldas.

AL-BA promove roda de conversa sobre combate ao racismodivulgação/AL-BA
A Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) sediará, na próxima terça-feira (30/4), uma roda de conversa com o tema "Racismo Não é Mimimi". O evento contará com a presença da secretária estadual de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi), Ângela Guimarães, da pós-doutora em educação, Mabel Freitas, e do vereador de Salvador e presidente de honra do Instituto Steve Biko, Sílvio Humberto. O evento acontecerá no Auditório Jornalista Jorge Calmon, a partir das 9h30, e foi proposto pelo presidente da AL-BA, deputado Adolfo Menezes (PSD), com o intuito de promover uma postura antirracista no Parlamento estadual. Menezes declarou: "Todos os atuais 63 deputados da Assembleia repudiam veementemente o racismo, que não é 'mimimi' nenhum, mas crime". Ângela Guimarães destacou a presença do racismo em todos os setores da vida social e ressaltou a importância do debate para identificar e denunciar tais crimes, incentivando uma postura antirracista no cotidiano. Ela assegurou o compromisso do poder público em fortalecer e implementar políticas de combate ao racismo e promoção da igualdade racial. A professora e pesquisadora Mabel Freitas enfatizou a oportunidade de discutir as consequências do pós-13 de maio de 1888 para as populações negras, além de abordar políticas públicas antirracistas em âmbito municipal e estadual. Ela argumentou: "Não podemos esperar 13 de maio, 25 de julho e 20 de novembro para refletirmos de forma propositiva sobre um crime que é cometido há séculos". Sílvio Humberto, fundador e presidente de honra do Instituto Steve Biko, ressaltou a importância de debater o racismo nas instâncias onde as políticas públicas são elaboradas. Ele afirmou: "É fundamental abordar um fenômeno que, mesmo atravessando a sociedade por séculos, ainda é muito discutido no viés da violência policial ou no ataque verbal direcionado à cor da pele". LEIA MAIS: Foco da Bienal 2024, público jovem é alvo de livrarias e editoras baianas em meio a sucesso de livros digitais Acompanhe nossas transmissões ao vivo no www.aratuon.com.br/aovivo.

Siga a gente no InstaFacebookBluesky e X. Envie denúncia ou sugestão de pauta para (71) 99940 – 7440 (WhatsApp).

Comentários

Importante: Os comentários são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião do Aratu On.

Nós utilizamos cookies para aprimorar e personalizar a sua experiência em nosso site. Ao continuar navegando, você concorda em contribuir para os dados estatísticos de melhoria. Conheça nossa Política de Privacidade e consulte nossa Política de Cookies.