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13/12/2016 18h10 | Atualizado em 15/12/2016 13h07

MISTÉRIO: Para descobrir causas do incêndio, MPT ouve funcionários de farmácia e busca terceirizados

MISTÉRIO: Para descobrir causas do incêndio, MPT ouve funcionários de farmácia e busca terceirizados

MISTÉRIO: Para descobrir causas do incêndio, MPT ouve  funcionários de farmácia e busca terceirizados Foto: Reprodução/Facebook
Cris Almeida

O Ministério Público do Trabalho  (MPT) deu início, nesta terça-feira (13/12), às oitivas que busca ouvir os funcionários envolvidos no incêndio em uma farmácia no centro de Camaçari, Região Metropolitana de Salvador.

Depois dos quatro depoimentos dados pelos funcionários nesta terça, surgiu a necessidade do órgão notificar as empresas terceirizadas para que estas também prestem esclarecimentos. De acordo com Amaurílio Alencar, auditor-fiscal do trabalho que atua na cidade, as empresas contratadas serão convocadas após a farmácia apresentar o CNPJ das duas: de refrigeração e de reparos no telhado, já que os funcionários relataram constantes infiltrações e problemas na iluminação. ?Os quatro ouvidos hoje falaram do problema nos ares-condicionados. O que a gente não entende ainda é porque três dos cinco aparelhos de ar estavam quebrados, já que eles são independentes?, contou.

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Alencar afirmou que o MPT deve convergir as investigações para os contratos com essas empresas que estavam fazendo manutenção nas instalações e no telhado. ?Os trabalhadores entrevistados e que se encontravam na copa no momento do acidente afirmaram que ouviram um estrondo característico de explosão, depois explosões em aparelhos de ar condicionado, seguido da queda da laje. Já os trabalhadores entrevistados e que estavam no térreo nada ouviram e foram surpreendidos com a queda da laje?.

Alencar garantiu ainda que a empresa, que ainda não havia concluído a entrega dos documentos pedidos pelo órgão e tinha como último prazo esta terça, não conseguiu cumprir o acordo. ?Faltaram o relatório médico, o laudo policial e a comunicação de acidente, que só serão entregues após a nossa solicitação direta com o hospital?, explica.

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Fonte: Cris Almeida