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‘THE NOITE’: Em programa do SBT, Supla revela que já levou tiro de ex-colega de banda

‘THE NOITE’: Em programa do SBT, Supla revela que já levou tiro de ex-colega de banda

Por Da redação.

‘THE NOITE’: Em programa do SBT, Supla revela que já levou tiro de ex-colega de bandaReprodução

Supla já passou por poucas e boas durante os seus 30 anos de carreira. Em entrevista ao programa “The Noite” do SBT, desta segunda-feira (16/5), o cantor revelou que levou um tiro de raspão de um ex-colega de banda quando morava em Nova York. A história está no livro “Supla ? Crônicas e Fotos do Charada Brasileiro”, obra que traz 50 histórias diferentes vividas pelo cantor.

“O cara tocava guitarra comigo, o nome dele era Steg. Aconteceu na minha primeira semana em Nova York. Um dia antes de eu levar o tiro, o Steg e o amigo dele bateram em uns filipinos que estavam traficando na rua dele. No dia seguinte, nós estávamos voltando para deixar um equipamento na casa dele (Steg), e esses filipinos começaram a segui-lo. Ele entrou na casa dele e voltou com uma carabina. Ao tentar engatilhar a arma, ele deu um tiro no chão”, contou o cantor.

“Eu nunca tinha tomado um tiro. Sorte que eu estava com uma bota bem pesada e pegou de raspão. Caso contrário, eu teria perdido o pé”, completou Supla, que disse que após o incidente deu um soco na barriga de Steg como forma de vingança.

Supla falou também sobre a garota que inspirou o seu maior sucesso, “Green Hair (Japa Girl)”. Ele disse que ela era descendente de porto-riquenhos e irlandeses.

“A música foi feita de forma romântica para ela. Eu a amava muito. Ele era muito louca, mas muito legal. Cinco anos durou a paixão”, contou.

Conhecido como “Papito”, Supla falou sobre origem do apelido. O cantor revelou para Danilo Gentili que começou a ser chamado assim por um síndico do prédio onde morava em Nova York.

“Ele me via entrando no apartamento com várias meninas e gritava: ‘Papito, papito’. Ele era porto-riquenho, infelizmente faleceu. ‘Papito’ é tipo “cara”, é uma gíria porto-riquenha. Quando voltei para o Brasil, comecei a chamar todo mundo de papito”, revelou.

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