MEU CARNAVAL: Andar com o cordão eu vou, o cordão não costuma faiá
MEU CARNAVAL: Andar com o cordão eu vou, o cordão não costuma faiá
Tiraram o doce da minha criança no primeiro dia de Carnaval. Cheia de expectativas para minha segunda cobertura da folia, vi o ânimo sucumbir na estreia ao ter o celular roubado. E, como boa capricorniana, adotei uma culpa de estimação, coloquei na coleira e levei para passear por cinco dias nos circuitos do Carnaval. E, ah! Coloquei coleira nos meus colegas também: após o roubo, todo mundo passou a usar um cordão amarrado no celular e no pulso para não sofrermos mais uma baixa na redação. Deu certo.
Mas calma! Eu não sou tão pessimista assim, apesar da bronca com a segurança da festa, o nó na garganta de ver crianças se apoiando em alambrados dos stands gastronômicos para pedir comida e ter sentido o drama dos ambulantes que tiveram os materiais levados pela SEcretaria Municipal OPortunista, reconheço que a experiência de estar nos bastidores da TV Aratu é ímpar.
Sempre que pude presenciar as instruções da equipe para os apresentadores antes do Ao Vivo começar, quando flagrava a cumplicidade entre os cinegrafistas e os repórteres, a cada comemoração de uma matéria bem repercutida nas redes sociais ou qualquer outra ação genuinamente jornalística era bem sucedida, agradecia a oportunidade que eu dei àquela menina que passava pelos estúdios das emissoras no final de mil e novecentos até dois mil e bolinha e já sonhava em ser jornalista. Se realizem, sério, é o melhor sentimento do mundo.
É debaixo dos caracóis do meu cabelo que todo suor para subir em cima dos trios, procurar o melhor sinal para as transmissões não travarem, organizar as horas de trabalho para o desenvolvimento das pautas, criar coragem para tirar uma foto com Casemiro Neto e a disposição para ajudar na cobertura do Aratu Online se transformam em histórias para contar.
E, assim como os parlamentares que eu amo colocar contra a parede, vou adiantar a campanha do SBT Folia 2018 citando o cantor-vereador-príncipe mais icônico da história de Salvador e o dono da pipoca mais deslumbrante que eu já vi na vida: ?É TUDO NOSSO, NADA DELES!?.
Siga a gente no Insta, Facebook, Bluesky e X. Envie denúncia ou sugestão de pauta para (71) 99940 – 7440 (WhatsApp).