Siga o Aratu ON no GoogleE veja as notícias do Brasil e da Bahia com destaque nas suas buscas.
Adicionar

Filha de casal de influenciadores baianos nasce após parto ser induzido por pré-eclâmpsia

Filha de Sheuba e Tiago Souza nasce após influencer enfrentar pré-eclâmpsia; o nascimendo de Ana Mel foi marcado de fortes emoções, em Salvador

Por Rosana Bomfim.

Ana Mel nasceu na manhã desta quarta-feira (9), após o parto da influencer Sheuba precisar ser antecipado por conta de uma pré-eclâmpsia. A chegada da bebê foi acompanhada pelos seguidores da criadora de conteúdo, que havia compartilhado nas redes sociais, na terça-feira (8), que precisaria passar pela indução do parto.

Filha de casal de influenciadores nasce após parto ser induzido por pré-eclâmpsia. Foto: Reprodução Redes Sociais

Filha de casal de influenciadores nasce após parto ser induzido por pré-eclâmpsia

Em um vídeo publicado no Instagram, Sheuba contou que foi diagnosticada com pré-eclâmpsia e que, por orientação médica, o parto precisaria ser induzido antes do previsto.

“Vamos ter que induzir o parto... orem por nós”, disse a influencer na publicação.

No fim do vídeo, Sheuba também aproveitou para fazer um alerta a outras gestantes sobre a condição. Ela orientou as futuras mães a procurarem acompanhamento médico diante de sintomas que possam indicar alterações durante a reta final da gestação.

“Se você, mamãe, sentir um cansaço exagerado, procure seu obstetra”, alertou.

A influencer ainda destacou que a pré-eclâmpsia pode ser silenciosa e reforçou a importância de ficar atenta aos sinais durante o fim da gravidez.

Sheuba e Tiago Souza anunciaram a gravidez da primeira filha em março deste ano

Filha de casal de influenciadores nasce após parto ser induzido por pré-eclâmpsia. Foto: Reprodução Redes Sociais

O que é a pré-eclâmpsia?

O caso da Sheuba não é isolado, a cantora Lexa também foi diagnosticada com pré-eclâmpsia precoce em 2025.  Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pré-eclâmpsia é uma complicação da gravidez que exige acompanhamento médico. A condição pode apresentar diferentes sintomas e, em alguns casos, a gestante pode permanecer assintomática.

Entre os fatores que podem aumentar o risco estão a primeira gravidez, gestação múltipla, obesidade, hipertensão, diabetes, doença renal e histórico familiar de pré-eclâmpsia.

Entre os principais sinais estão:

  • Pressão arterial elevada de forma persistente;
  • Presença de proteína na urina (proteinúria);
  • Dores de cabeça intensas;
  • Aterações na visão, como visão turva ou pontos luminosos;
  • Dor na parte superior do abdômen;
  • Náuseas e vômitos após o primeiro trimestre;
  • Inchaço nas mãos e no rosto.

A OMS ressalta que os sintomas podem variar e que algumas mulheres podem não apresentar sinais evidentes. Por isso, o acompanhamento pré-natal é fundamental para identificar alterações na pressão arterial e em exames de urina.

Quais são as possíveis complicações?

Quando não é identificada e tratada adequadamente, a pré-eclâmpsia pode evoluir para quadros graves, como eclâmpsia, caracterizada por convulsões, e síndrome HELLP.

Também pode provocar danos a órgãos como rins, fígado e cérebro, além de descolamento prematuro da placenta, parto prematuro e restrição do crescimento fetal. Em casos graves, a condição pode representar risco de morte para a mãe e o bebê.

Como é feito o tratamento?

O tratamento depende da gravidade da pré-eclâmpsia e da idade gestacional. Entre as medidas adotadas estão o controle da pressão arterial, o acompanhamento rigoroso da saúde da mãe e do bebê e, quando indicado, o uso de sulfato de magnésio para prevenir convulsões.

Em situações nas quais há possibilidade de parto prematuro, corticosteroides também podem ser utilizados para auxiliar na maturação pulmonar do bebê.

Em alguns casos, a antecipação do parto pode ser indicada pela equipe médica para reduzir os riscos à mãe e ao bebê.

É possível prevenir?

De acordo com a OMS, não existe uma forma garantida de evitar a pré-eclâmpsia. No entanto, o acompanhamento pré-natal regular permite identificar precocemente alterações e fatores de risco.

O monitoramento inclui aferição da pressão arterial, exames de urina para verificar a presença de proteína e atenção a sintomas como dores de cabeça e alterações na visão.

Para algumas gestantes com maior risco, a equipe de saúde pode recomendar medidas específicas, como o uso de aspirina em baixa dose e suplementação de cálcio, conforme avaliação médica.

LEIA MAIS: William Bonner explica em entrevista à Fátima Bernardes porque o casamento deles deu certo

Siga a gente no InstaFacebookBluesky e X. Envie denúncia ou sugestão de pauta para (71) 99940 – 7440 (WhatsApp).

Comentários

Importante: Os comentários são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião do Aratu On.

Nós utilizamos cookies para aprimorar e personalizar a sua experiência em nosso site. Ao continuar navegando, você concorda em contribuir para os dados estatísticos de melhoria. Conheça nossa Política de Privacidade e consulte nossa Política de Cookies.