É Só Balanço: Igor Kannário lança EP com nove músicas inéditas
Igor Kannário lançou EP “#ÉSóBalanço” com nove faixas inéditas e single “No Passinho”
Por Juana Castro.
Igor Kannário, conhecido como o “Príncipe do Gueto”, apresenta seu novo EP “#ÉSóBalanço”, disponível em todas as plataformas digitais. O projeto reúne nove faixas inéditas e traz como música de trabalho o single “No Passinho”, que já tem ganhado destaque pela batida envolvente e pelo clima de verão.

O lançamento marca uma nova fase na trajetória do artista, que aposta em uma sonoridade mais autêntica e alinhada às raízes do pagodão. “Todas as músicas são boas, são comerciais, têm nosso DNA. Estou tão animado que nem tenho dormido direito”, afirma o cantor.
Com batidas características, identidade própria e forte diálogo com o público da Bahia, o EP reforça a conexão de Kannário com a cultura das favelas. “#ÉSóBalanço” consolida o artista como um dos nomes mais influentes do gênero e aponta para um verão em que o “Príncipe do Gueto” promete ditar o ritmo do pagodão.

Em tempo: Kannário sai em defesa de Oruam
Em outubro deste ano, o cantor Igor Kannário criticou a atuação da polícia e da Justiça no caso do rapper Oruam, solto no fim de setembro após 69 dias preso na penitenciária Serrano Neves (conhecida como Bangu 3A), no Complexo de Gericinó, na zona oeste do Rio de Janeiro.
Em entrevista concedida ao podcast Podpah, em outubro Kannário disse que ele e Oruam foram perseguidos da mesma maneira pelo Estado. “O que o Oruam passou no Rio de Janeiro eu passei aqui em Salvador, sendo que eu não tenho um pai cabeça cara”, afirmou.
Kannário relembrou o ano de 2015, quando foi preso duas vezes por ser flagrado por policiais portando cigarros de maconha, que seriam, segundo cantor, para uso próprio. “O que o trap vive hoje, eu já vivi há 15 anos. Fui parada na Mata Escura, no presídio, por tráfico de drogas e eu com um cigarro que não era nem grande”, criticou.
Ele conta, ainda, que foi surpreendido pela recepção dos detentos na penitenciária. “Cheguei lá dentro, mano, quando eu passo pelo portão, os caras começaram a cantar minha música, todas as minhas músicas batendo na parede”, contou. “Nunca assaltei ninguém, nunca matei ninguém, nunca nada”, acrescentou.
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