Coleção de Arte Popular será exposta na sede do Ministério Público no CAB
Coleção de Arte Popular será exposta na sede do Ministério Público no CAB
Por Da redação.
Integrando as comemorações pela II Semana de Patrimônio do Ministério Público da Bahia (MPBA), a partir desta segunda-feira (17), às 10h30, parte do acervo da Coleção de Arte Popular, em exposição permanente no Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho), será exposta na sede do Ministério Público no Centro Administrativo (CAB).
Serão apresentadas 31 peças entre carrancas, ex-votos, ferramentas e esculturas de orixá, cerâmica, objetos de madeira utilitários e decorativos, além de vestimenta de vaqueiros.
De acordo com o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira, o Ministério Público da Bahia tem dentre suas principais ações a promoção de interesses protegidos pelo direito positivo junto à sociedade, mas ainda é um dos mais importantes intermediadores para questões que envolvem os patrimônios culturais ? materiais e imateriais ? da Bahia. O contato para parcerias com o MP da Bahia foi iniciado pelo IPAC em março deste ano (2015) quando o diretor do IPAC visitou o procurador-geral de Justiça da Bahia, Márcio Fahel.
“Nos últimos anos, a temática tem se tornado tão importante que o MP criou um Núcleo de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (Nudephac), com sede na Rua das Laranjeiras, nº12, no Pelourinho (tel. 71 33217736)”, diz João Carlos.
A Semana do Patrimônio Cultural é uma iniciativa do Núcleo de Defesa do Patrimônio Cultural do Ministério (NUDEPAC) em parceria com o Centro Cultural Solar Ferrão (DIMUS/IPAC) para promover e celebrar a importância do acervo histórico e artístico que integra a cultura do estado, e acontece de 17 a 21 de agosto de 2015.
Sobre a Coleção
A Coleção de Arte Popular reúne peças representativas da Cultura Popular do Nordeste, coletadas entre as décadas de 50 e 60 do século XX, cujo núcleo inicial teve origem na coleção adquirida pelo cenógrafo e diretor de teatro Martim Gonçalves. O acervo reunido por Gonçalves e, posteriormente, ampliado pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi é composto por peças utilitárias e figurativas, dentre elas carrancas, ex-votos, imaginária, esculturas em cerâmica, fifós, panelas, potes de barro, brinquedos, utensílios domésticos e objetos criados a partir de materiais recicláveis, que mostram uma sintonia entre a arte e a vida cotidiana.
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