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“Ampliação repentina de festas relacionadas ao Carnaval é falta de respeito com a população”, dispara SSP-BA

“Ampliação repentina de festas relacionadas ao Carnaval é falta de respeito com a população”, dispara SSP-BA

Por Da redação.

“Ampliação repentina de festas relacionadas ao Carnaval é falta de respeito com a população”, dispara SSP-BAReprodução internet

Oficialmente, o prefeito ACM Neto entrega a chave da cidade ao Rei Momo decretando a abertura do Carnaval, no próximo dia 22. Até aí, tudo bem. Porém, uma polêmica foi criada por conta da informação de que a prefeitura e a Skol, patrocinadora oficial do Carnaval da capital baiana, estão preparando uma festa no dia 21 de fevereiro, um dia antes do início oficial da folia.

Em nota encaminhada à imprensa nesta quarta-feira (8/2), a Secretaria da Segurança Pública da Bahia “considera a ampliação repentina de festas relacionadas ao Carnaval, sem a devida comunicação prévia às instituições que prestam serviços essenciais, uma falta de respeito com a população”.

 O texto vai além e o órgão estadual ” entende que não se deve colocar o lazer em detrimento da segurança dos baianos e turistas e que qualquer mudança no calendário da folia deve ser feita com bom senso e todos os atores envolvidos consultados. Ressalta ainda que, embora exista um grupo de trabalho, integrando instituições estaduais e municipais que planejam e discutem as ações, somente anteontem (6 de fevereiro) um ofício foi recebido pelo Comando-Geral da Polícia Militar, informando o acréscimo de mais um dia à folia”.

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No intuito de prestar o melhor serviço aos foliões e dar as condições essenciais de trabalho para profissionais da segurança pública que atuam na festa, a SSP desaprova a instalação do grande palco, no Farol da Barra, ao lado do tradicional Posto Policial Integrado (PPI). A pasta entende que a estrutura – que também não foi montada nos moldes do negociado no grupo de trabalho – irá atrapalhar o atendimento à população, bem como o trabalho policial.

A SSP ressalta ainda que ” as forças policiais estaduais não são coadjuvantes durante o Carnaval e que merecem ser tratadas com respeito. Aumentar indiscriminadamente os festejos também gera um excesso de carga de trabalho para os efetivos, além de impactar na qualidade do serviço oferecido”.

Por fim, é importante lembrar que, “o Governo do Estado tem investido, somente na parte de segurança da festa, por ano, uma média de R$ 40 milhões , com recursos unicamente oriundos do dinheiro público”.

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