Aposentadorias e benefícios acima de um salário mínimo pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) terão reajuste de 5,45%. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), pelo Ministério da Economia, nesta quarta-feira (13/1).

Com o aumento, a partir de 1º de janeiro, o teto dos benefícios pagos pelo INSS passa de R$ 6.101,06 para R$ 6.433,57. O reajuste segue o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), conforme determina a legislação previdenciária. 

Na publicação, também consta que o valor mínimo a ser pago em aposentadorias, pensões por morte, auxílio-doença e auxílio reclusão será de R$ 1.100 de acordo com o valor do salário mínimo aprovado para 2021, que serve como piso para os pagamentos feitos pelo INSS. 

No caso dos benefícios concedidos no ano passado, o beneficiário pode ter direito a um reajuste apenas proporcional, de acordo com o mês em que obteve o direito a receber o pagamento.

O reajuste, no entanto, equivale também ao aumento de 5,45% de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (12/1), pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Isso significa que o reajuste nos pagamentos do INSS não significa ganho real aos beneficiários.  

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