Um dos maiores ícones da TV norte-americana, Larry King, morreu neste sábado (23/1), aos 87 anos, por complicações da covid-19. A notícia foi confirmada pelos representantes de King no Twitter oficial do jornalista que  comandava um tradicional programa de entrevistas na CNN americana há mais de duas décadas.

"É com profundo pesar que a Ora Media anuncia a morte de nosso co-fundador, apresentador e amigo Larry King, que morreu nesta manhã aos 87 anos no Centro Médico Cedros Sinai de Los Angeles", diz o comunicado. "Durante 63 anos e por meio de diferentes plataformas de rádio, televisão e mídias digitais, as milhares de entrevistas, premiações e aclamação global atestam o talento único e duradouro de Larry como comunicador", conclui o texto.
 

King tinha diabetes tipo 2 e estava internado em um hospital nos Estados Unidos, desde o início do mês. O apresentador, inclusive, teve um câncer de pulmão em 2017. Em maio de 2019, King sofreu uma apoplexia poucas semanas depois de se submeter a uma operação para implantar um stent, elemento metálico que resolve a obstrução de artérias. Ele também já havia sofrido um ataque do coração em 1987, além de cânceres no pulmão e na próstata.

Dalai Lama, Elizabeth Taylor, Mikhail Gorbachev, Barack Obama, Bill Gates e Lady Gaga foram algumas das personalidades  que já se sentaram à famosa mesa do seu talk show. Larry King deixou três filhos: Larry Jr., Chance e Cannon. Em 2020, outros dois filhos do jornalista, Andy e Chaia, morreram com uma diferença de menos de três semanas entre as mortes.

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